Governo reúne-se esta segunda-feira com UGT e patrões sobre alterações à lei laboral
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Nos últimos meses, o Governo tem optado por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais, deixando a CGTP de fora dos encontros.
Trump é a marioneta que eles usam. Trump promete que durante uns dias não haverá ataques, mas logo a seguir Israel com o apoio americano faz novos ataques.
Secretário-geral socialista acusa o Governo de estar "do lado do passado".
Vários jovens participaram num protesto e dizem ser contra o pacote laboral que consideram "grave".
No novo documento em cima da mesa das negociações com os patrões e a UGT, o Governo volta a alargar a duração dos contratos a prazo para três anos, aceita uma proposta da CIP que os pode generalizar nas calamidades, deixa cair o aumento de férias que tinha proposto antes da greve geral e estabelece que a jornada contínua, que chegou a ser apresentada como um novo direito dos pais, só avança com acordo do empregador.
Esta terça-feira decorreu mais uma reunião no Ministério do Trabalho, em Lisboa.
O Executivo tem tido várias reuniões técnicas com as quatro confederações patronais (CIP, CCP, CTP e CAP) e a UGT para negociar as mais de 100 alterações à lei laboral.
Partido exigiu a retirada da proposta laboral.
António José Seguro já tinha defendido que o país precisa de "um acordo equilibrado" em matéria de legislação laboral.
O governo parece preso num “pântano”, sem iniciativa política e a reboque dos acontecimentos. Como se tivesse sumido a tensão inicial ou tivessem, simplesmente, esgotado as ideias que tinham. De lá para cá, reduz-se à gestão corrente e nem nisso são bons.
Iniciativa integra-se na manifestação nacional convocada pela central sindical CGTP.
Na quarta-feira, a ministra do Trabalho tinha convocado a UGT e as confederações patronais para uma reunião, mas o encontro acabou por ser realizado sem a presença de representantes sindicais.
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa
O encontro deverá contar apenas com a presença das quatro confederações patronais
Por muito que se vitimize, o Chega não é o mártir da liberdade de expressão. É o seu carrasco.
Newsletter de terça-feira