Sábado – Pense por si

Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

Relatório Minoritário

A terra comprometida

O poder político dos estados nem sempre reconhece, aceita, compreende ou aplica os dados que lhe são passados pelos serviços secretos. Daí à catástrofe pode ser um passo. Mas há outras causas para este holocausto no Próximo Oriente.

Vasco Rato

Kissinger: 100 anos carregados de história

Nobel da Paz, senhor de muitas guerras, tornou-se uma das figuras icónicas, e controversas, do século XX. Criminoso de guerra ou herói da guerra fria? Completa um século este 27 de maio de 2023.

Vanda Marques

A conspiração para matar Jesus

Criticava os ricos, a hipocrisia dos sacerdotes e tinha uma multidão que o seguia. Num julgamento injusto, foi condenado. Por trás deste complô estão cinco homens: Pilatos, Caifás, Anás, Judas e Herodes Antipas. Novas investigações desmontam os mitos e desvendam o que levou a esta condenação.

A rede global do Instituto Confúcio faz parte da estratégia do regime liderado por Xi Jinping.
Bruno Faria Lopes

China: o império no meio da academia portuguesa

Ao contrário de outros países ocidentais, em Portugal a presença oficial chinesa na faculdades nacionais não levanta polémica. Mas os serviços de informação da República dizem estar atentos.

Margarida Davim

A mulher que pôs André Ventura no banco dos réus

Leonor Caldeira deu à família Coxi a possibilidade de limpar o nome depois dos insultos do líder do Chega. "Sou só um sintoma de uma progressiva consciencialização da minha geração", diz à SÁBADO.

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