Quais os países mais seguros para viajar em 2026
A Europa é a região mais estável em diversos critérios, com os nórdicos a liderar. Portugal ocupa a 20.ª posição num ranking de 50 destinos.
A Europa é a região mais estável em diversos critérios, com os nórdicos a liderar. Portugal ocupa a 20.ª posição num ranking de 50 destinos.
É mais um líder político europeu a aderir à ideia de limitar o acesso livre às redes sociais a menores de 16 anos.
Para o Presidente da República há uma "desatualização em termos de estruturas".
Vistos de perto, os casos de assédio envolvendo Boaventura Sousa Santos e Cotrim Figueiredo têm tudo em comum.
2025 revelou-se um "annus horribilis" para a fabricante automóvel liderada por Elon Musk, com as entregas a caírem 8,6% e a perda do trono nos elétricos para a chinesa BYD. Em termos financeiros o desempenho foi bem pior.
Da Dinamarca ao Canadá, muitos dos tradicionais aliados dos EUA já foram ameaçados por Trump desde que regressou à Casa Branca. Chegou agora o momento do Ocidente o isolar?
A arma comercial preferida do Presidente dos EUA está de regresso, com a ameaça de taxas de 25% sobre a Coreia do Sul caso o parlamento não ratifique o acordo entre os dois países. Nas últimas semanas, foram vários os países visados, por motivos diferentes.
Trump deixou o aviso que “a China vai devorar o Canadá vivo, vai destruí-lo completamente, incluindo os seus negócios, tecido socia e modo de vida em geral”.
A responsável indicou que, para além do investimento, a UE "também pretende aprofundar a cooperação com os Estados Unidos e todos os parceiros sobre o importante tema da segurança do Ártico".
A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.
Presidente dos Estados Unidos anunciou esta quarta-feira um princípio de acordo sobre o território. Declarações são prestadas numa altura em que a Dinamarca avisa que o secretário-geral da NATO não tem mandato para negociar essa questão.
“Com base numa reunião muito produtiva que tive com o secretário-geral da NATO, formámos o quadro de um futuro acordo no que diz respeito à Gronelândia e, de facto, sobre toda a região do Ártico”, escreveu o presidente dos EUA nas redes sociais.
Presidente dos EUA disse que não vai fazer uso da força na Gronelândia, acalmando os receios de uma escalada das tensões.
O CEO da gestora de ativos Optimize alerta para o perigo de a Europa decidir desfazer-se de ativos americanos, em retaliação às novas tarifas e à crise da Gronelândia. Os EUA têm um défice elevado, lembra, e precisam de quem financie a sua dívida. Pedro Lino diz que uma coisa é certa: regressou a incerteza.
Trump planeia ficar dois dias no fórum internacional em Davos, depois de ameaçar aplicar tarifas à Dinamarca e a outros sete aliados, a menos que negociem a transferência para a soberania norte-americana do território semiautónomo.
O Presidente norte-americano mostrou-se otimista a que as reuniões com líderes europeus em Davos permitam uma solução para o controlo da Gronelândia pelos EUA, como Trump tem insistido.