Reunião para discutir pacote laboral adiada
A ministra do Trabalho convocou a UGT e as quatro confederações empresariais para uma reunião na segunda-feira de manhã.
A ministra do Trabalho convocou a UGT e as quatro confederações empresariais para uma reunião na segunda-feira de manhã.
Reunião está agendada para as 15:00 no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, em Lisboa
O encontro deverá contar apenas com a presença das quatro confederações patronais
É injusto dizer que Seguro não se definiu. Foi claro em relação às leis laborais, a uma eventual revisão constitucional e em relação às áreas que considerou prioritárias, como a segurança ou a saúde.
Vão participar na manifestação da CGTP-IN convocada para 28 de fevereiro, em Lisboa.
Portugueses voltam às urnas no próximo domingo e a SÁBADO explica-lhe o que defendem os dois candidatos presidenciais em temas como saúde, imigração ou habitação.
Secretário-geral do PCP não considera que Seguro representa a esquerda, mas entende que o voto no socialista é necessário para derrotar Ventura.
Dirigente da CGTP criticou o líder do Chega por estar "sempre a falar de rendimento mínimo e nunca fala do rendimento máximo".
A CGTP tinha pedido em 15 de dezembro uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reafirmando a exigência de retirar o pacote laboral, expressa, "de forma inequívoca", na greve geral de 11 de dezembro.
No rescaldo de uma noite eleitoral sem grandes boas notícias para os comunistas, António Filipe viu-se obrigado a apoiar Seguro na segunda volta.
Catarina Martins referia-se a declarações de Maria do Rosário Palma Ramalho que, sobre o despedimento de 163 trabalhadores na Yazaki Saltano disse que os despedimentos em Portugal são “baixíssimos”.
Portugueses vão às urnas no dia 18 de janeiro. Isto é o que defende cada candidato presidencial nos temas da saúde, imigração, habitação ou defesa.
A central sindical entreou as assinaturas após a manifestação em frente à Assembleia da República.
Candidata presidencial garantiu que se for eleita vetará as alterações à lei propostas pelo Governo.
Adiamento deveu-se a "motivos de agenda".
A manifestação vai decorrer na véspera de a CGTP ser recebida pelo primeiro-ministro, em S. Bento, num encontro pedido pela central sindical e em que deverá também estar presente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.