Paulo Raimundo diz que com António Filipe a Constituição "cumpre-se mesmo"
O secretário-geral do PCP disse que é na candidatura de Filipe "que está a expressão do programa político dos trabalhadores, do povo e da juventude".
O secretário-geral do PCP disse que é na candidatura de Filipe "que está a expressão do programa político dos trabalhadores, do povo e da juventude".
Durante um comício na Baixa da Banheira.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
O secretário-geral salientou que os dados relativos à falta de docentes confirmam o agravamento da situação.
Candidato defende que "neste momento não estão reunidas as condições para uma lei [laboral] passar".
Primeiro-ministro assegura que "não há que ter medo" na nova lei.
Anteriormente o líder do PS apelou às restantes candidaturas da esquerda para avaliarem a "possibilidade de apoiarem a candidatura do António José Seguro na medida em que é a única que pode ir à segunda volta".
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Eurico Brilhante Dias promete que o partido vai "garantir um empenhado movimento de apoio aos trabalhadores e àqueles que querem uma lei laboral equilibrada e justa".
Para o candidato presidencial apoiado pelo PCP, há direitos fundamentais consagrados na Constituição que "estão a ser claramente postos em causa".
Primeiro-ministro vai descansar junto da família.
A mudança do Chega sobre a reforma laboral, a reboque do impacto da greve, ilustra como a direita radical compete com as esquerdas pelo vasto eleitorado iliberal na economia.
A ambiciosa conversa dos debates é só isso mesmo. Vão-nos prometendo ser um bom coach do regime.
O sucesso da greve geral pode ter sido o início do fim do estado de graça do Governo de Luís Montenegro
Candidatos divergiram sobre revisão da lei laboral apresentada pelo executivo, SNS e a questão da promulgação da Lei da Nacionalidade. Papel da UE deixou os dois em acordo.
No final do encontro com a direção da UGT, Rosário Palma Ramalho reafirmou que o executivo apresentou uma primeira solução e "não uma solução acabada".