IA, isto é incrível, mas pode matar-nos
O mundo mudou este mês: pela primeira vez uma empresa não libertou um novo modelo de Inteligência Artificial por receio do seu potencial destrutivo.
O mundo mudou este mês: pela primeira vez uma empresa não libertou um novo modelo de Inteligência Artificial por receio do seu potencial destrutivo.
Seguro a conduzir um autocarro, Cotrim a dançar na discoteca, Ventura a fazer rap racista, Manuel João Vieira com bailarinas. Pela primeira vez na história eleitoral portuguesa, a IA foi amplamente usada pelas campanhas.
Desde a ficção aos ensaios e memórias, o arranque do ano está recheado de novidades.
A divulgação dos documentos em bruto da investigação ao malogrado Jeffrey Epstein já causam danos na elite política americana - e não só - e ainda vai no adro.
O Deepseek, alternativa chinesa ao ChatGPT, usa código aberto e tem-se afirmado pela capacidade de se igualar à OpenAI. Ao que dizem, tem um custo inferior e consome menos recursos.
Para além destes utilizadores individuais, a OpenAI também afirma ter mais de dois milhões de clientes empresariais que subscrevem um serviço pago.
Os grandes titãs tecnológicos, outrora proponentes da construção de uma sociedade aberta e livre à margem dos Estados através dos meios tecnológicos, estão agora sedentos de poder político.
Ann Telnaes anunciou a sua saída depois de ver recusada a publicação de um cartoon, crítico de vários bilionários da tecnologia, no jornal detido pelo fundador da Amazon.
Musk acusou a OpenAI e dois dos fundadores da empresa de preferir o lucro ao "benefício da humanidade".
Uma versão mais avançada vai ser lançada pela OpenAI e promete tornar-se cada vez mais acessível. A nova versão consegue analizar imagens e áudios de forma mais eficaz do que as anteriores.
A OpenAI lançou o GPT-4o, que além de gerar emoções, será capaz de compreender áudios e vídeos.
Vivem nas Filipinas, trabalham em condições precárias com pagamentos abaixo do salário mínimo daquele país para alimentarem empresas multimilionárias. Muitas vezes nem recebem o pagamento que lhes é devido.
Regulamento para a Inteligência Artificial foi aprovado no Parlamento Europeu após ter sido adiado por inovações como ChatGPT, investigado em vários países por fuga de dados.