Paulo Núncio (CDS) e Isabel Moreira (PS) apresentam queixas um contra o outro
O líder do CDS apresentou um projeto sobre autodeterminação da identidade e expressão de género. Isabel Moreira escreveu: "Este discurso pode matar".
O líder do CDS apresentou um projeto sobre autodeterminação da identidade e expressão de género. Isabel Moreira escreveu: "Este discurso pode matar".
E ainda eles comem tudo e não deixam nada, a matemática aplicada à conspiração e o medinho de dr. Núncio
D. Andrés Carrascosa recordou casos de emigrantes portugueses que procuraram noutros países uma vida melhor. Junto dessas comunidades, o núncio apostólico testemunhou situações de discriminação.
Durante o debate parlamentar de urgência, Paulo Núncio, deputado do CDS-PP, criticou a oposição de esquerda pela exigência de demissão do ministro da Educação, classificando a atitude como hipocrisia.
Paulo Núncio defendeu ainda a governação da AD, destacando a redução do IRS e do IRC desde 2024.
Paulo Núncio apresentou um projeto-lei do CDS-PP que visa duplicar a dedução de IRS para famílias com três ou mais filhos. "Portugal enfrenta uma gravíssima crise demográfica", afirmou, no NOW.
“Atualmente, apenas 4% das famílias portuguesas têm três ou mais filhos. Sabemos que existe uma grande diferença entre os filhos que as famílias portuguesas têm e aqueles que gostariam de ter”, afirmou Paulo Núncio.
A reação do CDS-PP surge no seguimento do discurso do Presidente da República, nas cerimónias do 10 de junho, no qual defendeu que é preciso "coragem prática de fazer escolhas difíceis sem ceder ao populismo".
O anúncio foi feito por Paulo Núncio numa intervenção no 32.º Congresso do CDS, que decorre entre hoje e domingo em Alcobaça, no distrito de Leiria.
Na perspetiva do líder parlamentar do CDS-PP, o futuro do partido "passa pela afirmação da autenticidade e da individualidade".
"Se me dessem um boletim com André Ventura e Marques Mendes, eu votaria Marques Mendes. Se me dessem um boletim com João Cotrim de Figueiredo e André Ventura, eu votaria também em João Cotrim de Figueiredo", garantiu o socialista André Pinotes Baptista. Já Paulo Núncio, do CDS-PP, defende: "Nunca votei num candidato presidencial de esquerda no passado. Não vou votar num candidato presidencial de esquerda nestas eleições".
Ex-coordenadora do Bloco de Esquerda esclarece que o gesto com os dedos inha como objetivo fazer referência à cultura rock.
Esta decisão do presidente da Assembleia da República surge em resposta a uma queixa do CDS-PP.
Um episódio animado sobre crianças transgénero foi tema no debate da Assembleia da República.
O líder parlamentar do CDS destacou que sem o 25 de Novembro, as eleições livres, a integração europeia e a pertença à NATO não seriam possíveis.
Líder parlamentar do partido diz ter sido uma "tarde bem passada".