JD Vance chega à Suíça para início das negociações de paz no Irão
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Vice-presidente dos EUA encontra-se com negociadores de Teerão numa corrida de 60 dias para chegar a um acordo de paz definitivo.
Os EUA vão atacar o Irão pela terceira noite consecutiva, apesar de as negociações de paz continuarem. Num futuro "não muito distante", Trump vê mesmo a ilha de Kharg sob controlo norte-americano.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, rejeitou, esta quinta-feira, a possibilidade de países da União Europeia atuarem como mediadores nas negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia. Argumentou, ainda, que os Estados-membros não são partes neutras no conflito e defendeu que qualquer mediação deve ser aceite por ambos os lados.
Presidente norte-americano disse que o "Irão pode ligar-nos sempre que quiser".
O sul do Líbano continua a ser alvo dos ataques de Israel, esta quinta-feira, num momento em que estarão a ser preparadas negociações de paz. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os dois países devem conversar ainda esta quinta-feira sobre um possível cessar-fogo.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou numa reunião no Departamento de Estado que, as negociações de paz entre Israel e o Líbano, mediadas pelos EUA, são um “processo, não um acontecimento”. Rubio realça que não espera um acordo imediato entre ambas as partes.
Antes da guerra Trump tinha procurado exercer controlo estratégico do Estreito, responsável pelo transporte de 20% do abastecimento mundial de petróleo, na esperança de retirar ao Irão uma das suas principais fontes de financiamento.
Estados Unidos e Irão iniciam negociações de paz, em Islamabad, dominadas pelo fim do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passavam 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo antes da guerra lançada em 28 de fevereiro por Estados e Israel contra a República Islâmica.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da China e do Paquistão reuniram‑se para reforçar chamadas internacionais por um fim imediato das hostilidades ligadas ao conflito com o Irão. Homólogos defendem o lançamento urgente de negociações de paz.
Negociações de paz para a Ucrânia com a mediação dos EUA foram interrompidas devido à participação americana na guerra no Médio Oriente.
Um ataque russo com mísseis e drones atingiu a região de Kiev, na Ucrânia, provocando pelo menos quatro mortos e 15 feridos. O bombardeamento danificou zonas residenciais e infraestruturas, numa altura em que as negociações de paz continuam bloqueadas.
Em Genebra estiveram também presentes representantes da Alemanha, França, Reino Unido e Itália.
Forças ucranianas relatam que um ataque com drones na cidade de Odessa causou a morte de uma mulher idosa. Na próxima semana, acontece um novo encontro trilateral, entre os EUA, Rússia e Ucrania, em Genebra, na Suíça.
O porta-voz do Kremlin afirmou que espera que a segunda ronda de negociações de paz com a Ucrânia aconteça em breve. Dmitry Peskov diz mesmo que foi Moscovo que levou Kiev a procurar uma solução diplomática, afirmação desmentida por Zelensky.
Ataques ocorreram durante a madrugada de sábado, numa altura em que a Ucrânia, Rússia e Estados Unidos reúnem-se nos Emirados Árabes Unidos para um segundo dia de conversações com o objetivo de pôr fim à guerra que já dura há quase quatro anos.