Prémios Nobel comecam a ser anunciados na segunda-feira com Portugal focado na Literatura
Gonçalo M. Tavares e Lídia Jorge estão entre os nomes favoritos ao Nobel da Literatura.
Gonçalo M. Tavares e Lídia Jorge estão entre os nomes favoritos ao Nobel da Literatura.
Os nomes em destaque são a economista Yulia Navalnaya, viúva de Alexei Navalny e atual líder da oposição russa, e a advogada iraniana Shirin Ebadi, Prémio Nobel da Paz e fundadora do Defenders of Human Rights Centre.
O Presidente russo tem 100 seguranças, que fazem a manutenção das suas residências e cozinham os pratos que come – para evitar envenenamentos. No fim da carreira são recompensados com altos cargos na administração pública.
Do realizador de ‘Navalny’, vencedor de um Óscar, ‘Tuner - Ouvido Absoluto, Mão Leve’ apresenta uma estrela de ‘White Lotus’ como um talentoso ladrão e Dustin Hoffman num papel aclamado. O thriller criminal chega esta quinta-feira aos cinemas.
O método de assassinar opositores de forma silenciosa tem mais de um século e começou nos alvores da revolução bolchevique, com um laboratório mandado construir por Lenine. Atravessou gerações e chegou até Putin. Navalny foi a última das vítimas.
Bad Bunny pôs os MAGA à beira de um ataque de nervos. Já a toxina que matou Navalny, denunciada por cinco países europeus, não convence a uma Administração Trump pró-russa.
Declarações surgiram depois de uma declaração conjunta de cinco países europeus ter revelado que o opositor russo morreu devido ao veneno de uma rã-flecha.
Familiares, apoiantes e representantes diplomáticos reuniram-se, esta segunda-feira, em Moscovo, Rússia, para recordar o antigo líder da oposição, Alexei Navalny, no segundo aniversário da sua morte. Navalny morreu envenenado numa colónia penal no Ártico.
Dissidente russo morreu numa colónia penal na Sibéria, há dois anos.
No ano passado os advogados de Alexei Navalny foram condenados a penas de prisão superiores a três anos.
Marco Rubio garantiu que os Estados Unidos querem alçiados fortes.
Dissedente russo morreu em 2024 numa prisão na Sibéria, aos 47 anos.
Tribunal Constitucional rejeitou o recurso da autarquia.
Em fevereiro de 2024 terão sido enviadas amostras biológicas de Navalny para laboratórios de dois países que concluíram que o opositor russo "foi morto, ou seja, envenenado".
As juízas referem que "a outra conclusão não pode chegar-se senão a de que o município de Lisboa agiu com dolo, uma vez que resulta demonstrado que as suas condutas são violadoras de deveres de natureza administrativa, e o município de Lisboa tinha consciência dessa violação".