Cotrim insiste que denúncia por assédio será "cabalmente esclarecida" em tribunal
Candidato diz que não tem "nada a esconder".
Candidato diz que não tem "nada a esconder".
O candidato presidencial, em declarações aos jornalistas, voltou a referir que não tinha conhecimento da queixa de assédio sexual, depois da acusação da ex-assessora Inês Bichão e garante que vai apresentar uma queixa-crime esta quinta-feira.
Ex-assessora do grupo parlamentar da IL explica que publicação sobre alegado assédio sexual visando o candidato às presidenciais foi difundida sem o seu consentimento.
Na segunda-feira, dia em que se soube desta denúncia, o candidato, apoiado pela IL, veio negar categoricamente essas acusações que apelidou de "completamente falsas".
Candidato chegou a equacionar Ventura, caso esse fosse a uma segunda volta, mas agora decidiu corrigir essas declarações. Sobre o caso de assédio pediu que os portugueses não se deixem enganar "por este tipo de campanhas sujas".
"Não tenho nada a esconder", afirma Gouveia e Melo sobre a investigação do MP a contratos aprovados na Marinha revelada pela SÁBADO.
O voto socialista de Ventura, a idade de Cotrim Figueiredo, a pedofilia no Chega, o elitismo da IL. O debate entre os candidatos apoiados pelo Chega e IL foi sujo, confrontacional, informal e pessoal. No fim, ganhou o liberal (porque bateu mais).
Votação no Congresso está prevista para esta terça-feira.
O ex-secretário geral da Federação Portuguesa de Futebol foi constituído arguido na Operação Mais Valia, depois de a PJ ter efetuado buscas em vários locais, entre eles a sede da FPF.
Quando achamos que já assistimos ao pior, a realidade nos últimos meses prova-nos que conseguimos ainda baixar mais o nível.
Já começou o drama e a choradeira, mas o que dói é a incapacidade de um país pequeno resolver problemas simples.
Yoon Suk-yeol e a mulher estão a ser investigados por alegado tráfico de influências. Casal está também envolvido em outros escândalos - um deles relacionado com uma mala da Dior.
Da Lisboa de Carlos Moedas aos governos de Costa e Montenegro, das câmaras comunistas da Margem Sul às juntas do PS e do PSD, políticos de todos os quadrantes recusam mostrar como gastam o dinheiro dos cartões e fundos de maneio que têm nos gabinetes. Recorrem a serviços jurídicos pagos pelo Estado e chegam a invocar "reserva da vida privada". Esta é a história de uma odisseia que dura há dois anos e já originou 42 queixas, 21 processos judiciais e 6 sentenças.
O controlo judicial prevê um depósito de cinco milhões de euros, a obrigação de comparecer duas vezes por semana numa esquadra e a proibição de sair do território francês, refere, em comunicado, a procuradora de Paris, Laure Beccuau.
Pavel Durov é alvo de um inquérito judicial aberto pela Jurisdição Nacional de Combate ao Crime Organizado (Junalco), a 08 de julho e que envolve doze crimes,
A detenção ocorreu na sequência da emissão de um mandado de captura por investigadores franceses, devido a vários crimes relacionados com o seu serviço de mensagens encriptadas.