Miragens, delírios e triunfos
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão a 28 de fevereiro, matando o aiatola Khamenei e iniciando uma guerra regional. Os objetivos da guerra parecem não estar claros, especialmente os pessoais do presidente norte-americano, que detém vários negócios na região.
O tudo ou nada nuclear é o que mais importa nesta guerra.
A refinaria, gerida pela companhia petrolífera pública BAPCO, situa-se em Sitra, na costa leste, a sul da capital.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
A sua fortuna aumentou 17 vezes em menos de um ano. Suspeitas de conflito de interesse preocupam especialistas anti-corrupção.
A última condenação do ex-Presidente francês recorda-nos como nasceu a crise da democracia.
À mesa dos media é, então, servido um menu em que consta, em primeiro lugar, a obtenção de um mandato das Nações Unidas reconhecendo a «autoridade suprema política e legal» desta entidade que Blair se propõe dirigir.
Os sete deportados enviados para o Ruanda juntam-se aos anteriormente recebidos pelo Sudão do Sul e pelo Essuatíni.
A desordem que a fome agrava é a antecâmara de outras guerras pelo poder na Palestina e a imposição do projecto xenófobo da Grande Israel.
O alargamento propagandístico da acusação de anti-semitismo só serve os verdadeiros anti-semitas e acaba por aprofundar o isolamento de Israel
A aceitação do princípio de «guerra preventiva» e a violação impune, à semelhança do que ocorre na Ucrânia, da interdição de ataque a instalações nucleares civis, é, desde já, uma das mais perigosas consequências da guerra.
O ataque israelita lançado a partir de dia 13 quer terminar, ou atrasar, o que já está no terreno: Irão dispõe de 400 quilos de urânio enriquecido a 60%, passível de ser muito rapidamente enriquecido a 90%. Há décadas que faz o caminho para aqui chegar.
O recurso a processos judiciais para punir a crítica revela um abismo de cultura democrática, acobertada pela lei.
Nove séculos, 10 milhões de pessoas: o que nos distingue? Os leitores ditaram a ordem, numa votação online no site da SÁBADO. Ganhou a língua portuguesa (“a minha pátria”, para Pessoa), seguida pelo 25 de Abril, mas houve espaço para a saudade, o vinho e o bacalhau ou a trilogia Fátima, futebol e fado. Sabemos ver-nos ao espelho? Retrato em 21 imagens, uma por cada ano da SÁBADO.