Ruy de Carvalho internado devido a "ligeiro AVC"
Ator de 98 anos encontra-se internado desde sexta-feira e está estável
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As duas vidas do Padrão dos Descobrimentos, como era a Mocidade Portuguesa ou as lavadeiras do Douro. O historiador Gonçalo Farlens passa em revista os momentos mais marcantes do nosso País durante o século XX. Veja o vídeo.
Duas gerações de portugueses viveram sob um regime ditatorial, criado por Salazar, que marcou todos os aspetos da vida no País. A jornalista Fernanda Cachão leva-nos numa viagem ao tempo em que vivíamos com senhas de racionamento, Hitler era um amigo, a PIDE perseguia e os informadores denunciavam tudo.
O antigo guarda-redes iniciou a carreira no Benfica, a levar boladas de Eusébio. Foi campeão da II Divisão no Marítimo (onde assistiu à queda de um avião na Madeira) e esteve no FC Porto campeão europeu, embora só como suplente. Como treinador, foi duas vezes campeão da III Divisão e ganhou o primeiro campeonato de futebol de praia.
A SÁBADO teve acesso à baixa do Hospital do Divino Espírito Santo. Arruda enviou-a a Pacheco de Amorim e isolou-se na ilha. O deputado, que usa um pin da Mocidade Portuguesa, não sabe quando volta.
Comentador, treinador, professor, tem uma vida ligada ao basquetebol e amizades feitas com estrelas da NBA, onde trabalhou nas últimas duas décadas. Mas aos 65 anos diz que ainda tem muitos sonhos por concretizar.
Obrigado a trabalhar no exílio e amargurado pela vida e pela doença, o ditador rejuvenesceu quando em 1977 uma professora casada e com um filho lhe escreveu uma carta. Foi o início de uma história surpreendente de intimidade e revelação.
O jurista e investigador, com vários livros publicados sobre o período do Estado Novo, é o autor de Marcello Caetano – Uma Vida Portuguesa, que a SÁBADO oferece na próxima semana.
Privaram com a família real britânica e com Salazar – de quem um deles foi ministro. Foram acionistas da Fidelidade, administradores do BES e do Banco de Portugal. Mas também houve um arquiteto rebelde, preso pela PIDE.
José Saramago falou de política com ela, a caminho da gala. Os réveillons faziam-se no Ritz, assim como os bailes de debutantes. As discotecas T-Club e Stone’s recebiam o jet-set. Maria da Luz de Bragança conta à SÁBADO como mantém o título há mais de 40 anos.
Nasceu na Mouraria há 69 anos, criou o Parque das Nações, mora junto à Praça da Alegria e tem recusado entrevistas sobre o momento que há 20 anos, num 22 de maio, marcou a sua vida e a do País. Porque foi uma “admirável obra colectiva” e não dele. Recorde a entrevista de vida a Mega Ferreira, que morreu esta segunda-feira.
Prestes a fazer 70 anos e com 50 de carreira, o ator volta às origens: começou pelo teatro de revista e, agora, está a fazer uma personagem cómica numa novela. Mas onde se sente mais feliz não é a representar – é a escrever poemas.
Recorde a entrevista de vida a Adriano Moreira publicada em 2012 na SÁBADO. Foi preso no Estado Novo e depois foi ministro de Salazar. Chegou a ser apontado como o seu delfim, mas deixou o governo em 963. Foi saneado depois do 25 de Abril, regressou e liderou o CDS.
Durante a II Guerra Mundial, Salazar negociou tudo o que podia, não só com o velho aliado inglês, mas também com Hitler. E nas grandes cidades do País, grandes e pequenas empresas fizeram o mesmo, incluindo como testas de ferro dos beligerantes.
Aos 87 anos, continua a aparecer semanalmente na RTP, vai lançar Os Lugares Históricos de Portugal e tem mais dois livros em carteira: um de Direito, outro de memórias, que só sai quando deixar a televisão.
Partilham a gargalhada, a fé católica e o interesse por causas sociais. Marcelo é o mais ao centro, António o socialista, Pedro o conservador. Cresceram nos corredores do poder e vingaram na política, na academia, nos negócios e na advocacia.