Leitão Amargo
A Lusa nas mãos de um Governo com queda para ocultação e propaganda é uma má notícia.
A Lusa nas mãos de um Governo com queda para ocultação e propaganda é uma má notícia.
Consultor foi eleito vereador em Cascais e teve de entregar declaração de rendimentos e património. Nos Indiscrestos desta semana, tempo ainda para as promoções de uma adjunta do ministro da Educação
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
Sublinham que André Ventura não os representa.
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
"Em 10 anos, colocamos o tomate coração de boi e os produtos tradicionais na ordem do dia", afirma Celeste Pereira, da empresa organizadora Greengrape.
"Não posso vir aqui especular sobre as razões da demissão, (...) deixo isso para quem tenha mais condições" para responder sobre o tema, disse.
Os partidos vão custar-nos mais de 26 milhões por ano. O que recebemos em troca desta pequena fortuna?
Gabinetes trabalham como se nunca tivesse existido uma eleição. A indicação é para continuar com pequenas alterações. Montenegro quer governar a sós e negociar caso a caso. Mais um ano é garantido. Mas o cenário mudou e Ventura também terá uma palavra a dizer no “não é não” do primeiro-ministro.
Apesar da crítica, Miguel Poiares Maduro reconhece que a AD está bem posicionada para vencer as eleições legislativas marcadas para 18 de maio.
Uma questão pessoal fez cair o Executivo e o PSD ficou em silêncio. Não, o partido não pensa em uníssono, mas está incapaz de gerar uma alternativa. Há cargos públicos para proteger e Montenegro tem os sociais-democratas no bolso. Vive-se um clima de paz podre, mas muitos criticam-no em voz baixa: “Às tantas estamos todos a defender o indefensável".
Uma das questões principais que Bruxelas tem de debater prende-se com o seu posicionamento internacional: vai a União permanecer aberta ao mundo ou vai cavalgar as tendências protecionistas atuais no mundo ocidental e fechar-se sobre si mesma?
O ex-ministro considerou não ser viável voltar "a pôr o génio dentro da garrafa", ou seja, que as pessoas consumam informação apenas dos media tradicionais.
A autarquia recusou mostrar à SÁBADO as faturas dos almoços dos membros do executivo, para que a revista pudesse escrutinar quem estava presente e o que se gastou. Perdeu a primeira ação em tribunal, recorreu e voltou a perder. Os documentos mostram como durante 10 anos o vice-presidente, hoje ministro das Infraestruturas e Habitação, faturou à autarquia dezenas de refeições com personalidades ligadas ao PSD numa altura em que foi dirigente e candidato à liderança do partido.
O novo romance do jornalista e escritor fala de desinformação e geopolítica, e foi mote para uma conversa sobre Putin, Trump, os "bots" nas redes sociais e o jornalismo em Portugal.