Cineasta sul-coreano Park Chan-wook vai presidir ao júri do festival de Cannes
É a primeira vez que um cineasta sul-coreano é convidado para presidir ao júri que atribui a Palma de Ouro.
É a primeira vez que um cineasta sul-coreano é convidado para presidir ao júri que atribui a Palma de Ouro.
No rescaldo da sua morte, estes são os títulos que ajudam a contar a história de um dos mais emblemáticos cineastas nacionais - alguns dos quais, disponíveis gratuitamente em streaming.
Recorde uma entrevista dada pelo realizador em 2011, aquando do lançamento do filme "Sangue do Meu Sangue".
Cineasta está a ser evocado por artistas, criadores e responsáveis políticos, de Cleia Almeida a Tiago Rodrigues, de Rita Cabaço ao Governo e ao Presidente da República.
Retratou a sociedade portuguesa através de histórias de gente comum, dando impulso a papeis femininos que marcaram a história do cinema nacional. Morreu aos 68 anos.
Serviços sociais ingleses retiraram bebé a uma mãe portuguesa. As avós também querem ajudar, mas o advogado diz que estão perante um “rapto parental” do Estado.
É uma estranha forma de vida, a que João Canijo capta no díptico "Mal Viver / Viver Mal", já nos cinemas. Premiado em Berlim, o realizador explica porque acha estes os seus “filmes mais conseguidos”.
"Os demónios do meu avô", do português Nuno Beato, também venceu a Competição Internacional de Cinema Infantil, enquanto a curta-metragem "Ice Merchants", de João Gonzalez, foi distinguida com o Prémio do Público e "O Homem do Lixo", de Laura Gonçalves, recebeu uma menção especial.
Com programas mais ou menos natalícios, eis as nossas sugestões para este fim de semana
"Decisão de Partir", o novo filme de Park Chan-wook, embala amor, intriga e humor numa história de detetives com muito a dizer – mais uma obra aclamada do mestre coreano.
Testemunha relatou crimes cometidos em 1991 e em 2008.
As eleições de domingo no Brasil não serviram apenas para determinar que Lula e Bolsonaro seguem para a segunda volta. Em jogo estavam também lugares para o senado e deputados federais e estaduais. Saiba como correu para os famosos que foram a jogo.
Petr Pribyl nasceu em 1974 na República Checa. Não assistiu à ocupação do seu país, mas a sua família sofreu nas mãos do regime comunista. Teme pelo seu país e por toda a Europa porque acredita que Putin não vai ficar por aqui.
Com 27 anos, Myroslav Ohorodnyk não pensa abandonar o país. Está zangado com o ataque da Rússia e diz que há filas para deixar a Ucrânia. Ele quer ficar para lutar, dar sangue, ajudar os feridos. Não vai baixar os braços.
Doutorado em Física Computacional, já viu o primeiro filme de "Os Vingadores" mais de 80 vezes e gostava de ter pele impenetrável como super poder. Esta semana vai estar na Feira Internacional de Ciência (FIC.A), em Oeiras, para explicar a ciência e a engenharia por detrás dos super-heróis.