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João Canijo, o cineasta que captou a intimidade e a identidade de um País (1957 - 2026)

Retratou a sociedade portuguesa através de histórias de gente comum, dando impulso a papeis femininos que marcaram a história do cinema nacional. Morreu aos 68 anos.

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João Canijo, o cineasta que captou a intimidade e a identidade de um País (1957 - 2026)
Ricardo Santos 30 de janeiro de 2026 às 10:18
João Canijo em 2023, depois de ser distinguido com um prémio do Júri (o terceiro mais importante do certame) no Festival Internacional de Cinema de Berlim
João Canijo em 2023, depois de ser distinguido com um prémio do Júri (o terceiro mais importante do certame) no Festival Internacional de Cinema de Berlim Hannibal Hanschke / EPA

Quando “Alentejo Sem Lei” estreou na RTP, no início de 1991, foi fácil perceber que se estava perante um estilo diferente de contar histórias em televisão. A realização e o argumento do western pós-guerra civil entre miguelistas e liberais foram de João Canijo, então com pouco mais de 30 anos, antigo estudante de História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto no fim dos anos 1970.

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