França 2002 e Portugal 2026 - A falência moral e ética de alguma direita
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
Os resultados da primeira volta das eleições presidenciais em Portugal não foram tão maus como alguns supunham.
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
O ataque de um bando de nazis a um actor do grupo de teatro A Barraca não é um episódio solto nem apenas cobarde. É cobarde mas é mais do que isso. Ele é a representação simbólica e material da agressão a toda uma sociedade que se revê na cultura.
O Tribunal Penal de Paris estimou os danos causados ao Parlamento Europeu em aproximadamente 4 milhões de euros e estabeleceu que este sistema esteve em funcionamento entre 2004 e 2016.
Concorreu cinco vezes às presidenciais e em 2002 foi à segunda volta para ser derrotado por Chirac. A ex-mulher roubou-lhe um olho de vidro e zangou-se com a filha, que o expulsou do próprio partido.
Tinha 96 anos e co-fundou a Frente Nacional, agora União Nacional liderada pela filha Marine Le Pen.
Vários membros, incluindo a líder do partido de extrema-direita francês, estão a ser julgados desde segunda-feira sob suspeitas de utilização indevida de fundos europeus.
Em causa está a utilização de dinheiro destinado ao Parlamento Europeu para contratar assistentes para o partido. Se Le Pen for condenada, poderá ter de pagar uma multa ou até cumprir pena de prisão.
Era do PSD e votava em Sócrates, mas foi no populismo que vingou. Ressentido com uma “traição” de Montenegro, Ventura demitiu-se de vereador em Loures e criou o Chega com amigos – que já saíram do partido. Uma história com falsificações, dívidas pagas pelo próprio e “facadas nas costas”.
"O Chega conseguiu negociar uma vice-presidência desse grupo, significa que estaremos também no Parlamento Europeu representados ao mais alto nível", confirmou Tânger Correia.
Oito anos depois de criar o En Marche, o Presidente, preso num labirinto construído por ele, dissolve a Assembleia Nacional e mergulha França nas eleições mais polarizadas das últimas décadas.
Não precisamos de recuar tantas décadas para considerarmos inimaginável o momento que vivemos na Europa. Momento que, conforme von der Leyen bem refere, se caracteriza por um forte questionamento dos valores da União Europeia e das suas Democracias.
A extrema-direita está nesta fase à frente da aliança de esquerda Nova Frente Popular, que segundo as sondagens à boca das urnas contará com um resultado entre 28,5% e 29,1%.
Anúncio foi feito pela própria através das redes sociais.
Manifestações ocorrem quase uma semana depois do partido Reagrupamento Nacional ter vencido as eleições europeias em França.
A forma histérica como as elites mediáticas dão palco e importância a fenómenos marginais é um dos combustíveis para que os marginais se tornem centrais. Apontar o dedo ao povo bruto/racista/fascista (escolham vocês) só consola as almas simples.