Sábado – Pense por si

A ainda Ponte sobre o Tejo em 1964, já com as torres icónicas, mas ainda sem a viga de rigidez
Bruno Faria Lopes

60 anos da Ponte 25 de Abril: a obra que mudou o país

Começou por ser Ponte sobre o Tejo, foi batizada contra a opinião de Salazar e rebatizada à revelia do poder pós-Abril. Salazar votou contra a construção (mas queria-a). Tem um cruzamento oculto com a guerra colonial. Ajudou a financiar a Vasco da Gama e terá um papel no novo aeroporto.

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O soliário de Joana Vasconcelos avista-se de bem longe
Luísa Oliveira

Atlético: Isto não é só um estádio

É um museu? É um food court? Na Tapadinha, um clube da Liga 3 que esteve a morrer agora exibe obras de Vhils, Joana Vasconcelos e Bela Silva por entre bifanas de Vasco Lello. A ideia foi do novo dono, um americano que se apaixonou por Lisboa.

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João Costa da Silva, antigo combatente na Guerra Colonial
João Amaral SantosEduardo Dâmaso

O sniper secreto que matou por Portugal em Moçambique

Durante 50 anos, João Costa da Silva guardou segredo sobre o seu verdadeiro papel na Guerra Colonial em Moçambique. Com o nome de código Combako, teve treino especial nas Comores e participou nas operações secretas de Jorge Jardim para eliminar altos dirigentes políticos e militares da Frelimo que atravessaram fronteiras para o território da Tanzânia.

Comboios Fertagus
Lusa

Governo admite falta de comboios entre Lisboa e Setúbal e quer melhorar oferta

Na resposta às perguntas dos deputados da Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, a secretária de Estado da Mobilidade disse não existirem problemas de segurança na operação da Fertagus e afirmou que, segundo a informação de que dispõe, não há registo de incumprimentos nesse plano.

Repórter Sábado: Área de servidão militar da NATO abandonada torna-se terra sem lei com construções ilegais

Repórter SÁBADO: Área de servidão militar da NATO abandonada torna-se terra sem lei com construções ilegais

A área de servidão militar da NATO, em Fernão Ferro, na margem Sul do Tejo, foi criada em 1959 para garantir segurança à população, dada à proximidade de um armazém com material explosivo de grande capacidade. No entanto, os 165 hectares de terrenos rústicos que a compõem transformaram-se numa terra sem lei onde nascem construções ilegais e se desenvolvem atividades clandestinas. A Câmara Municipal do Seixal aponta o dedo ao Ministério da Defesa e à Marinha portuguesa, acusando-os de inércia e o Governo assume o risco iminente para centenas de famílias. Uma reportagem a não perder esta noite, no NOW.

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