Trump afirma que Estreito de Ormuz vai reabrir "em breve" e ameaça atacar o Irão se não houver acordo de paz até quinta-feira
O presidente norte-americano avançou que deverá ser alcançado um acordo de paz até quinta-feira.
O presidente norte-americano avançou que deverá ser alcançado um acordo de paz até quinta-feira.
De acordo com a estimativa do Automóvel Club de Portugal.
A condutora terá aparentemente confundido o travão com o acelerador e o carro entrou no terraço do café.
Investidores aliviados após duas noites sem ataques norte-americanos contra o Irão.
Ataque poderá ser "maior do que nunca", disse presidente dos Estados Unidos.
O Mar Vermelho tem sido usado como uma via alternativa para fazer circular o "ouro negro", com os sauditas a usarem grandes oleodutos para passar o petróleo de uma ponta à outra do país.
O movimento Houthi do Iémen afirma ter lançado um ataque com míssil contra Israel e avisa que navios ligados ao Estado israelita voltarão a ser alvo das suas ações no Mar Vermelho.
A instabilidade no Médio Oriente está a reconfigurar o comércio marítimo. Com o aumento dos riscos, muitos navios optam por rotas mais longas, o tem levado ao aumento da pirataria ao largo da Somália.
Plano passará por convidar empresas como a Google, a Microsoft, a Meta e a Amazon a pagar uma espécie de imposto.
Apenas intervirão no caso de ser alcançado um acordo de paz entre EUA e Irão.
As sanções estavam a ser unicamente bloqueadas pelo Governo da Hungria de Viktor Orbán, que foi derrotado nas eleições legislativas de 12 de abril. Este sábado, o novo executivo húngaro, liderado por Péter Magyar, tomou posse, sendo expectável que levante o veto.
Agostinho Pereira de Miranda partilha com a SÁBADO que se trata de uma "decisão histórica" e que este é mais um momento de distanciamento entre os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, principal produtor da OPEP.
Devido ao bloqueio do estreito, parte do petróleo do Golfo Pérsico está a ser transportado através de oleodutos existentes, mas estes são insuficientes.
Kaja Kallas frisou que, durante a reunião, os ministros "foram claros na ideia de que a liberdade de navegação não é negociável".
Numa nova troca de acusações em torno da legalidade internacional e da segurança marítima na passagem estratégica.
Uma mão-cheia de opções: Espanha, Hungria, Croácia, Egito e Marrocos. De carro, autocarro ou avião, a dois, em grupo ou com a família.