Sábado – Pense por si

A lagartixa e o jacaré

O Estado da Nação sofrível, mas sem esperança

As pessoas estão a ser empurradas para um quotidiano infeliz, pobre de saber, barato mas medíocre, com muita distração sem satisfação, em que uma identidade sem identidade disfarça-se de agressividade para criar fronteiras do ser, que são pouco mais do que papel pintado, buzinadelas, gritos guturais, violência doméstica e machismo nos cafés reais e nos cafés das redes sociais.

Luísa Oliveira

Com mãos nas tranças, pais aprendem a pentear as filhas

Quando os millennials decidem aprender a tratar do cabelo das suas meninas em workshops, como acontece em Inglaterra e nos EUA, estão a fazer mais pelo combate à manosfera - comunidade em que se defende a misoginia e o antifeminismo - do que poderiam pensar.

No país emerso

Feminista que perrea me confesso

Significa isto que devemos pautar toda e cada uma das nossas ações por essa rejeição do machismo? Só ir a concertos de música com letras expressamente feministas? Não ler nem ver cinema com cenas em que mulheres são violadas, agredidas ou destratadas? Esse nunca foi o meu feminismo.

Um babysitter para o carro
Ângela Marques

O Valet Parking

Em Coisas de Ricos, Ângela Marques, lembra: quem está no topo da cadeia alimentar não estaciona o seu próprio carro

A peça, escrita em 1962, foi trazida ao presente por Cristina Carvalhal
Tiago Neto

O eco e o perigo do passado, com humor

Nascida da crítica política e social, "O Nariz de Cleópatra, Pois Claro!" ganha novo fôlego nas palavras de Cristina Carvalhal. Uma comédia absurda que nos traz o passado e o futuro para questionar o presente, em cena desta sexta-feira, 12, a 5 de outubro.

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