Estados Unidos negam que navio tenha sido atingido por mísseis iranianos
Desmentido surge depois de o Irão ter anunciado um ataque contra uma fragata norte-americana.
Desmentido surge depois de o Irão ter anunciado um ataque contra uma fragata norte-americana.
O presidente norte-americano afirmou, este sábado, que está a analisar a nova proposta iraniana para pôr fim à guerra. Trump afirma ainda que gostaria de dizimar a capacidade do Irão de fabricar mísseis.
Com um alcance superior a 300 quilómetros, este sistema de mísseis consegue desviar-se de obstáculos na sua trajetória até ao alvo e pode ser lançado de terra, ar e mar.
Apoiantes do regime iraniano manifestaram-se em Teerão, na terça-feira à noite, após o fracasso das possíveis negociações com os EUA em Islamabad, no Paquistão. Durante a manifestação foram exibidos o que parecem ser mísseis balísticos.
A Coreia do Norte considera o programa de armas nucleares e mísseis balísticos como um seguro de vida face às intenções de invasão que atribui à Coreia do Sul e aos Estados Unidos.
Israel estava, e ainda está, em guerra, o inimigo iraniano não tem pontaria. Os mísseis caem ali e acolá, sem localização e aviso prévio os restos dos aiatolás não fazem como as IDF que avisam a população para se deslocarem da zona onde estão porque será bombardeada. Modernices já antigas que poupam vidas.
As equipas de emergência israelitas foram mobilizadas, esta terça-feira, no centro de Israel, após vários incêndios provocados por um novo ataque com mísseis do Irão. As autoridades alertaram para uma segunda vaga de ataques na mesma região.
O Japão iniciou a colocação dos seus primeiros mísseis de longo alcance, capazes de atingir alvos a cerca de mil quilómetros. A medida marca um reforço da capacidade ofensiva do país.
O líder norte-coreano, Kim Jong Un, assistiu a uma grande variedade de novos testes militares, incluindo forças de operações especiais, motores a combustível sólido para mísseis, mísseis balísticos de longo alcance e dispositivos nucleares.
Dizem tratar-se da primeira fase de uma intervenção militar direta em apoio ao Irão e aos aliados no Médio Oriente.
Nas últimas horas, a Guarda Revolucionária do Irão anunciou ter disparado mísseis em direção a diferentes regiões do Golfo.
Joana Ricarte, especialista em relações internacionais e política do Médio Oriente, não acredita que o Irão possa arrastar os países europeus para este conflito. Mas tudo pode mudar se o governo de Mojtaba Khamenei for colocado numa posição em que perceba que não vai sobreviver.
Alvo de Teerão fica a cerca de 4.000 quilómetros da região do Golfo.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou, esta quinta-feira, que o Irão deixou de ter capacidade para enriquecer urânio ou produzir mísseis balísticos. Ainda assim, o país mantém capacidade para lançar ataques com mísseis e drones na região.
Netanyahu rejeitou que o seu país tenha arrastado Washington para este conflito, mas assumiu que “agiu sozinho" no bombardeamento contra instalações de gás iranianas na quarta-feira.
A companhia energética pública do Qatar anunciou que novos ataques de mísseis iranianos causaram "danos consideráveis" no complexo de gás de Ras Laffan.