Israel estava, e ainda está, em guerra, o inimigo iraniano não tem pontaria. Os mísseis caem ali e acolá, sem localização e aviso prévio os restos dos aiatolás não fazem como as IDF que avisam a população para se deslocarem da zona onde estão porque será bombardeada. Modernices já antigas que poupam vidas.
Estava no buraco, a liberdade religiosa que vigorava na Cidade Velha de Jerusalém. Inexistente. È. Não havia, não. Entre 1948 e 1967, em pleno domínio jordano, os acessos aos ditos lugares sagrados foram impedidos, proibidos, e em casos mais sortudos, limitados. Aos cristãos, mesmo os que viviam em Israel, a ordem cabra era restringir nos períodos específicos, como Natal e Páscoa e exigia certificados de baptismo. Quem não tivesse o documento ia rezar para casa. As escolas cristãs submetidas a regras estritas, incluindo a obrigatoriedade do ensino do Alcorão. A população cristã na, então, Jerusalém jordana diminuiu, naturalmente. Nesses 19 anos, judeus foram, fomos, barrados de visitar o Muro das Lamentações. Nem espreitá-lo. O cemitério judaico no Monte das Oliveiras, também, violando o acordo de armistício de 1949. E o rei Hussein ralado. Cerca de metade das 58 sinagogas da Cidade Velha, incluindo a Sinagoga Hurva ( reconstruída em 2010) acabaram à força da violência, demolidas ou danificadas pelas mãos da Legião Árabe da Jordânia. O referido cemitério consistia no lugar favorito para saquear, as lápides eram utilizadas para pavimentação e construção. Gente que comia com os pés.
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