"Manual do bom fascista", paródia para rir em más companhias, regressa a palco em Setúbal
De 24 a 26 de abril, e de 1 a 3 de maio
De 24 a 26 de abril, e de 1 a 3 de maio
A SÁBADO recebeu o seguinte direito de resposta em relação ao artigo "Membro da concelhia do Chega na Póvoa de Varzim arrasada pelo filho homossexual: 'Fascista lunática'".
Milhares de pessoas desfilaram no sábado pelas ruas de Santiago em defesa dos direitos LGBTQIA+. A celebração ganhou um tom político, com apelos à igualdade e à participação nas próximas eleições gerais e presidenciais do país.
Lançados nas últimas semanas, estes títulos parecem escritos para serem lidos em agosto
Suspeito trabalha numa empresa de segurança privada cujo CEO é a sua mulher - o que o terá ajudado a disfarçar-se de agente da polícia para este ataque. Apesar de ser bastante reservado nas redes sociais sabe-se que era um forte crítico dos direitos LGBTQIA+.
O Azores Pride "é um movimento cívico e um festival ativista que celebra o orgulho LGBTIA+, a equidade, a diversidade e os princípios democráticos na região dos Açores".
A atriz vai participar na próxima novela da TVI, quase a estrear, e começar os ensaios da peça Sonho de uma Noite de Verão. Viveu nos EUA até à pandemia e não se surpreendeu com a reeleição de Trump.
Há mais de 30 anos que estuda a sexualidade humana e defende que a diversidade é a regra. Acha inconcebível dizer-se que existe uma moda de trans e não binários e critica a ditadura do sexo.
Partimos de Lisboa para a cidade mais liberal dos EUA. O resultado é um GPS pessoal que passa por Dolores Park, North Beach, a Chinatown mais antiga da América do Norte, táxis não tripulados, a clássica Pão de Forma e cervejas mexicanas. São Francisco molda-se às manias de quem a visita.
Não podemos serenamente viver vidas descomprometidas enquanto o extermínio de seres humanos decorre com o apoio dos que nos representam.
Se uma pessoa não tivesse qualquer contacto com a política e cultura norte-americanas, assistir à campanha eleitoral pela primeira vez seria uma experiência surreal.
A omissão da palavra aborto é muito mais do que mera minudência na linguagem diplomática das cimeiras internacionais.
Ao olharmos para os livros de história facilmente percebemos que os movimentos estudantis marcaram grandes conquistas de direitos civis e de manutenção da paz.
Evoluímos muito no acesso à saúde e a direitos sexuais e reprodutivos, mas muitas mulheres ficaram pelo caminho. Em 68 países, 25% das mulheres não decidem sobre o seu corpo, indica relatório da ONU.
Norma prevê que juízes perguntem aos presos se querem cumprir a pena numa unidade penitenciária masculina ou feminina.
Texto aprovado pelo Papa Francisco resulta de cinco anos de trabalho e foi publicado pelo Dicastério para a Doutrina da Fé.