Sábado – Pense por si

Angola quer cunhado de Leitão Amaro como arguido: «Já tinha sido condenado em Portugal»

Carlos Rodrigues Lima e o processo do cunhado de Leitão Amaro em Angola: "Em meia-dúzia de anos ganhou 450 milhões"

Carlos Rodrigues Lima explica no NOW alguns dos contornos do processo que visa o cunhado do ministro António Leitão Amaro, em Angola. "Em dezembro, Ricardo Machado deu uma longa entrevista ao Expresso e, no fundo, admitiu (ou não desmentiu) que na meia-dúzia de anos que esteve em Angola ganhou 450 milhões de euros. E aquilo que fizemos na SÁBADO foi procurar a origem deste dinheiro." Uma reportagem para ler na SÁBADO.

José Cabeça espera qualificar-se para as Taças do Mundo, pelo que só deverá voltar a Portugal em maio. "Temos de fazer sacrifícios"
Carlos Torres

José Cabeça: "O Michael Phelps ganhou oito medalhas a treinar todos os dias. Não posso fazer menos do que isso"

Sonhava com os Jogos Olímpicos desde criança, aprendeu a esquiar sozinho e nos próximos Jogos de Inverno, que começam dia 6, espera ficar no top 40. À SÁBADO, ele fala dos treinos na neve na Noruega ou nas estradas do Dubai e do Alentejo (a fazer roller ski) e ainda dos muitos sacrifícios que tem de fazer. Afinal, desde os 16 anos que não tem um único dia de férias.

Aos 40 anos, Sara Norte retrata a sua vida na série Desnorte
Raquel Lito

Sara Norte sobre a série baseada na sua vida: "A protagonista chama-se Beatriz, em homenagem à minha irmã"

A atriz não tem o papel principal, este cabe a Bárbara Branco por ser mais jovem. Mas foi consultora da produção e fez uma personagem inspirada na mãe (Carla Lupi, falecida em 2012). Até às filmagens, no final de 2025, decorreram centenas de horas de conversas para o guião, houve choro e até um nome provisório: o projeto era para chamar-se 44, número da cela onde esteve presa. Ficou Desnorte, com estreia prevista para este ano.

Raquel Lito

Análise ao debate e confiança política nos hospitais

O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.

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