O melhor do mês de março
As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.
As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.
Harry e Meghan pensam na decoração da casa de Melides, já a infanta Sofia de Espanha instala-se em Benfica e a princesa brasileira Maria Gabriela trabalha na Avenida da Liberdade – mesmo que já tenha escorregado na calçada. Veja o vídeo.
A escritora Maria João Lopo de Carvalho, o fotógrafo António Homem Cardoso e Alice Vieira recordam Francisco Pinto Balsemão.
Perseguidos pelo Marquês de Pombal, chegaram a ser a família mais rica do País – com um casamento que envolveu acusações de rapto e tentativas de suborno. Um dos descendentes do I duque levou a Rainha Isabel II a conhecer a Arrábida. Outros cruzaram os seus nomes com Espírito Santo, Soares Franco e Van Zellers.
Os Symington, donos de 27 quintas no Douro, têm um antepassado que esteve na Guerra com Winston Churchill. Disputam a liderança com empresas como a Fladgate, com um espião na história das suas marcas. A lendária Ferreira, comprada pela Sogrape a 130 primos, foi fundada por Dona Antónia – os seus dois filhos acumularam tantos luxos que faliram ambos.
Em 19 anos de reinado teve 21 governos. Tinha fama de autoritária, mas foi a primeira monarca constitucional que incentivou o desenvolvimento da cultura e do ensino público. Apaixonada por D. Fernando II, adorava andar a cavalo, dançar e escrever cartas à Rainha Vitória.
Construíam-se pavilhões, pontes e enormes arcos triunfais para festas que podiam ter três dias seguidos de fogo de artifício. Havia enxovais que valiam mais do que um palácio, joias com 4 mil pedras preciosas e banquetes preparados por 200 pessoas – servidos em mesas com toalhas de ouro.
A princesa bávara, que chegou ao Rio de Janeiro com 17 anos, tinha uma beleza rara. Criou tendências e introduziu hábitos, como o tomar café a seguir ao almoço.
Nunca escondeu que nasceu pobre e sempre disse que não queria ser rico. No Estado Novo, esteve preso no Aljube e foi ministro de Salazar. Na democracia, foi saneado, deputado e líder partidário. Teve alguns inimigos, mas os seus amigos iam do CDS ao PCP.
Completa hoje 100 anos, tornando-se o político com a maior longevidade da história democrática portuguesa.
Era hiperativo, sofria de epilepsia e caiu 36 vezes do cavalo. Colecionava amantes – com uma delas trocou mais de 200 cartas – e filhos ilegítimos, mas foi um marido romântico e pai dedicado. Como político, não era agarrado ao poder e escreveu contra a escravatura. Abdicou de dois tronos – o português e o brasileiro –, mas mudou a História para sempre.
Supremo brasileiro tem em mãos a lei do chamado "marco temporal", sobre os direitos das terras indígenas. Manifestantes incendiram a estátua que assinalava os 400 anos do descobrimento do Brasil por Portugal.
No ano passado um temporal alagou o mesmo depósito da Cinemateca Brasileira, em São Paulo, e parte do acervo ficou comprometido.
Especialistas alertam que "alguns doentes deverão ser encaminhados para a consulta de Imunoalergologia para avaliação do risco e eventual administração da vacina sob vigilância, em meio hospitalar" caso manifestem determinados antecedentes.
Os idosos são a prioridade da Alemanha, Espanha, França e Reino Unido. Coordenador de task-force em Portugal garante que idosos em lares e com doenças graves serão vacinados primeiro.