O regresso de "Paradise" e a televisão viciada no fim do mundo
Acompanhar o dia a dia de personagens a viver debaixo de terra, em silos, bunkers e abrigos nucleares, está a tornar-se comum. A nova temporada da série da Disney+ só reforça a sensação.
Acompanhar o dia a dia de personagens a viver debaixo de terra, em silos, bunkers e abrigos nucleares, está a tornar-se comum. A nova temporada da série da Disney+ só reforça a sensação.
A nova aposta da RTP e Amazon é um thriller sobre Lisboa, Portugal, "um gajo que faz más escolhas", uma mulher "vertical" e "os grandes dramas morais" da ficção. Falámos com criador e protagonistas.
Como a agente recrutadora do FBI Mace Browne, é uma das protagonistas de 355, longa-metragem que também produziu para ser sinal do empoderamento feminino no grande ecrã.
Quarenta e três anos depois do primeiro capítulo, Laurie Strode e Michael Myers voltam a ficar frente a frente no grande ecrã para o derradeiro capítulo de Halloween.
Faltaram as piadas agrestes, o poder do improviso, o sentido de diversão. Faltaram, sobretudo, aquelas figuras semidivinas e extraterrenas que basta nomear pelo nome próprio.
Este ano, a Academia entregou o leme da 93ª cerimónia a um elenco de estrelas que inclui nomes como Brad Pitt, Renee Zellweger ou Joaquin Phoenix.
Em mais de 90 anos de Óscares, apenas sete mulheres foram nomeadas na categoria de melhor realizadora. Há poucas mulheres entre os membros da Academia e são raras as que chegam a rodar um segundo filme.
O número sem precedentes de mulheres, negros e asiáticos nomeados podem fazer destes Óscares uma edição histórica.
A atriz colocou o nome de várias realizadoras que considera terem sido esquecidas pela Academia na sua capa. "Quis homenagear as mulheres que não foram reconhecidas pelo seu trabalho incrível."
São os atos de bravura que tornam os filmes de guerra emocionantes. Sam Mendes aprendeu a lição e, com 1917, que estreia em Portugal esta quinta-feira, 23, ganhou dois Globos de Ouro e está nomeado para dez Óscares. A propósito, lembramos os grandes títulos do género e fazemos um perfil do realizador
Depois de Menos que Zero, As Regras de Atração e Psicopata Americano, Branco é um livro de ensaios sobre o passado dourado e o presente negro
Kathryn Bigelow, 65 anos, é a realizadora de ?Detroit?, um filme que retrata uma das maiores crises sociais americanas vividas no verão de 1967, durante o conflito civil que destruiu a cidade de Detroit e teve consequências dramáticas.
Já não é folclore. Apesar da sua ilegalidade, o referendo sobre a independência da Catalunha parece inevitável. A grande questão é a de saber se, a seguir, vence o direito, a política, a polícia, a negociação ou o caos
O filme de Kathryn Bigelow é "cinema imediato e relevante, um grito numa discussão que ainda está longe de terminar"
Comer tacos e beber tequilas em Lisboa, ouvir fado no Caixa Alfama e passar pelo festival de Vhils em Oeiras - o Iminente - são três das nossas sugestões para este fim-de-semana
Com Estado de Guerra, sobre o Iraque, sagrou-se a primeira mulher a receber o Óscar de Melhor Realização. Depois filmou a "caça" a Bin Laden, em 00:30 - A Hora Negra. Agora mostra-nos, de dentro de um motel, um motim que, há 50 anos, fez 43 mortos. Detroit estreia dia 14