Cinco grandes exposições para ver em Lisboa neste inverno
Algumas estendem-se indefinidamente, outras terminam daqui a pouco: não perca a oportunidade de ver estas cinco mostras da capital.
Algumas estendem-se indefinidamente, outras terminam daqui a pouco: não perca a oportunidade de ver estas cinco mostras da capital.
Foi pastor de ovelhas, vendeu sidra, deu aulas e deixou os lisboetas incrédulos quando associou sardinhas em lata a carrósseis e recheou pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Hoje o seu grupo fatura 50 milhões de euros por ano com um modelo de negócio que cobra caro a turistas para redistribuir riqueza por pastores e artesãos. Até lhe chamam o Robin dos Bosques da Serra da Estrela.
O Pavilhão vai contar com mais de 1.200 obras expostas, de artistas como Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Andy Warhol, Marcel Duchamp e Marina Abramovic.
Nasceu num palacete, estudou em colégios de elite e num convento, foi assistente de bordo, atriz, provocadora e mulher sem papas na língua. Morreu aos 85 anos.
Numa edição dedicada a Eugénio de Andrade, a Feira do Livro do Porto expande a programação para lá da escrita, pondo-a em diálogo com outros géneros artísticos.
O espaço vai receber "companhias independentes que não têm 'casa' e não têm nada a ver umas com as outras", explicou Carlos Moedas. O presidente da câmara de Lisboa revelou ainda que o novo Pavilhão Julião Sarmento inaugura em novembro.
Começou por pintar na sala da sua casa, em Queluz, mas também nos escritórios da Siderurgia Nacional, onde conheceu António Champalimaud. Católico e comunista, dizia poemas de improviso, desenhava obsessivamente, conviveu com Almada Negreiros e Júlio Pomar.
De um romance vencedor do Pulitzer de ficção a uma obra seminal de James Baldwin, passando por um novo livro do vencedor do Nobel Jon Fosse e poesia de Cesariny, são muitas as novidades literárias.
A polémica da estátua que o presidente da câmara do Porto quis retirar do espaço público trouxe para a ribalta Francisco Simões. As alegadas ligações ao PCP, à maçonaria e a Oeiras.
São ricas e diversificadas as novas propostas em verso desta rentrée, da antiguidade clássica à contemporaneidade nacional, passando por ícones europeus e latino-americanos do século XX.
O Presidente da República emitiu esta quarta-feira uma nota sobre os 100 anos de nascimento de Mário Cesariny. "Trouxe para a poesia portuguesa, e para a cultura portuguesa, um hedonismo vitalista", considera Marcelo Rebelo de Sousa.
Beleza, cultura, gastronomia. Os clubes de subscrição parecem estar a ganhar terreno e há cada vez mais oferta no mercado para nos fazer aderir. De aposta nas surpresas ou com produtos escolhidos a dedo, eis duas dezenas de boas dicas para anotar.
O evento explora as diferentes vidas dos edifícios com um programa de visitas a espaços, visitas sensoriais acessíveis, percursos urbanos, atividades júnior e passeios pela cidade, entre outras atividades.
Tiveram os maiores barcos de Angola, fizeram corridas de carros em Jaguares, mandaram erguer igrejas com santos e bispos vindos da metrópole, a mesma metrópole de onde chegaram a enviar governantas para casas com ares condicionados instalados por portugueses. Na África de todas as oportunidades, alguns montaram negócios nunca vistos – como os pioneiros da cerveja e do whisky local –, outros enriqueceram com algodão, fazendas de gado e abacaxi ou conservas de atum.
O advogado tinha 84 anos. Chegou a ser conselheiro de Estado do Presidente Jorge Sampaio.
Coleção de Arte Contemporânea do Estado reúne centenas de obras de artistas nacionais como Helena Almeida, Julião Sarmento, José de Guimarães, Abel Manta, Júlio Pomar, Ilda David, Noronha da Costa. Mas também inclui trabalhos estrangeiros como Andy Warhol, Robert Mapplethorpe e Sebastião Salgado.