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Revista Sábado investiga negócios de Ricardo Machado, cunhado do ministro Leitão Amaro, em Angola
Carlos Rodrigues Lima

A teia de negócios do cunhado do ministro Leitão Amaro

Em quatro anos, Ricardo Leitão Machado amealhou 450 milhões em Angola. A procuradoria deste país pretende que o empresário, cunhado do ministro António Leitão Amaro, seja constituído arguido por burla qualificada devido aos negócios que realizou. Um tribunal americano deu como provado o seu envolvimento em corrupção de dois quadros da gigante General Eletric. O Millenium BCP deixou-lhe fugir 5 milhões de euros. Documentos a que a SÁBADO teve acesso revelam os contornos dos negócios, as suspeitas de falsificação no Photoshop e a mão invisível da família Dos Santos.

António Quaresma fotografado para a SÁBADO junto ao Mundo Fantástico da Sardinha Portuguesa, no Rossio, Lisboa
Tiago Carrasco

Das sardinhas em lata aos pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Como António Quaresma criou um império

Foi pastor de ovelhas, vendeu sidra, deu aulas e deixou os lisboetas incrédulos quando associou sardinhas em lata a carrósseis e recheou pastéis de bacalhau com queijo da Serra. Hoje o seu grupo fatura 50 milhões de euros por ano com um modelo de negócio que cobra caro a turistas para redistribuir riqueza por pastores e artesãos. Até lhe chamam o Robin dos Bosques da Serra da Estrela.

Da esqª. para a dt.ª: O fundador, Fernando Jorge Correia, com o DJ, nos anos 70; Jô Soares a dar show, em 1982 (em cima); Lucas Pires com o dono; e vista da pista, em 1984 (em baixo)
Raquel Lito

Primorosa D’ Alvalade: diferentes gerações, a mesma pista de dança

As grutas artificiais ainda atraem clientela e até servem de décor para filmes. O nome inspirou-se numa leitaria para escapar aos revolucionários do pós-25 de Abril. Por vontade do fundador, a noite continua a fechar com o My Way, de Frank Sinatra. No último sábado, 27, comemorou o seu 51º aniversário. Veja o vídeo.

Alcina Correia está no combate às dependências desde o início da década de 90
Luísa Oliveira

Alcina Correia: "Não existe consumo de álcool sem dano"

Há mais de 25 anos que Portugal é modelo no campo do combate às dependências de substâncias ilícitas. Por cá, o que mais se consome são bebidas alcoólicas, logo seguidas pela canábis, cuja realidade está cada vez mais perigosa

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