Homem acusado de tentar matar Trump no jantar dos correspondentes da Casa Branca declara-se inocente
Cole Tomas Allen enfrenta as acusações de tentativa de homicídio contra o presidente e de ter disparado sobre um agente dos Serviços Secretos.
Cole Tomas Allen enfrenta as acusações de tentativa de homicídio contra o presidente e de ter disparado sobre um agente dos Serviços Secretos.
Em menos de 60 minutos, na madrugada deste sábado, o presidente partilhou dez publicações, quase todas com imagens e, como habitual, tenta colocar-se num pedestal.
Natural de El Salvador, Menjivar-Ayala emigrou para os Estados Unidos em 1990, segundo a página na internet da diocese de Washington. Relatou ter nascido na pobreza e fugido do conflito armado no seu país, emigrando ilegalmente para os Estados Unidos.
O Rei citou Trump que, durante a sua visita de Estado a Londres, disse que “o laço de parentesco e identidade entre os EUA e o Reino Unido é inestimável e eterno, é insubstituível e inquebrável".
Enquanto os membros da administração Trump foram retirados da sala, os jornalistas começaram a trabalhar e houve até quem pedisse mais champanhe.
Apesar da incerteza do regresso das conversações de paz entre os EUA e o Irão, mediadas pelo Paquistão, a capital Islamabade, continua a apostar na segurança da cidade, criando uma espécie de cerco que afeta quem lá habita.
Presidente brasileiro condenou ainda veementemente o ataque e referiu que a violência política é “uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”.
Segundo revelou este domingo o procurador-geral interino, Todd Blanche.
Numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República.
Um homem armado invadiu o hotel onde decorria o jantar anual de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, obrigando à evacuação do evento, este sábado. O suspeito foi imobilizado após troca de tiros com os Serviços Secretos, que retiraram o presidente Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e outros convidados em segurança.
Primeiro-ministro deixou uma mensagem nas redes sociais este domingo.
Presidente dos EUA elogiou a atuação das forças de segurança no evento de reunia jornalistas, convidados e vários membros do governo norte-americano.
A guerra com o Irão tem custado alguns apoios políticos a Donald Trump por parte da direita nacionalista europeia. O investigador Riccardo Marchi explica o verdadeiro motivo das críticas.
O Paquistão preparava-se para acolher uma nova ronda de negociações entre os Estados Unidos e o Irão mas o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a prorrogação do cessar-fogo, que expiraria esta quarta-feira, a pedido de Islamabade.
Os húngaros voltaram a gritar "os russos fora!", mas desta vez Orbán estava do lado dos perdedores. Magyar pode ser uma grande incógnita, mas, pelo menos, apresenta-se como alguém que quer travar a influência do Kremlin e voltar a uma relação saudável entre Budapeste e Bruxelas. Da tensão inusitada entre Vaticano e Casa Branca, o Papa Leão XIV venceu pela sabedoria serena e não se priva de proclamar: "Não tenho medo da Administração Trump". A defesa do "outro" e o respeito pelos mais fracos serão sempre o lado bom da Força.
O Presidente norte-americano atacou o Papa Leão XIV por não apoiar guerras no Irão e no Lí bano - e causou risco eleitoral por descontentamento entre católicos.