Irão: Manifestantes pedem em Lisboa intervenção internacional contra repressão
A presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, e outros membros do partido participaram na marcha, que partiu do Marquês de Pombal em direção ao Terreiro do Paço.
A presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, e outros membros do partido participaram na marcha, que partiu do Marquês de Pombal em direção ao Terreiro do Paço.
País foi abalado nas últimas semanas por manifestações anti-regime.
A comunidade iraniana em Portugal teme um agravamento da violência.
Intenção do treinador do Esteghlal é ficar enquanto as condições de segurança o permitam.
Ministro da Defesa diz que "a resposta iraniana será dolorosa para os inimigos"
Tem sido a única forma de os iranianos comunicarem com o exterior desde que as autoridades cortaram a Internet.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.
Os meios de comunicação iranianos transmitiram, esta terça-feira, imagens que mostram o que dizem ser as consequências do “incidente terrorista" que ocorreu, alegadamente, perto de Rasht, no Irão.
As tarifas, que afetarão países como a China, Brasil, Turquia e Rússia, entram em vigor com efeitos imediatos, escreveu Donald Trump na sua rede social. Pretendem pressionar o regime de Teerão a acabar com a repressão dos protestos, o que já causou cerca de 600 vítimas mortais.
A repressão das novas manifestações tem sido severa, e as autoridades restringiram o acesso à Internet em todo o país.
O Governo declarou que as ações de violência “excediam os limites das manifestações pacíficas e eram consideradas sabotagem organizada”.
No Irão, pelo menos 538 pessoas morreram na sequência de manifestações que começaram a 28 de dezembro, em protesto contra a crise económica e o custo de vida.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Centenas de pessoas desfilaram, este domingo, no centro da capital francesa, em apoio aos manifestantes iranianos que contestam o regime, num protesto marcado por bandeiras do Irão e de Israel.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou, este domingo, que Israel e o resto do mundo acompanham com atenção os protestos no Irão, elogiando o que descreveu como a “tremenda coragem” dos manifestantes.
O Irão está prestes a completar duas semana de manifestações que eclodiram com a queda da moeda nacional e que acabaram por degenerar em distúrbios que provocaram cerca de meia centena de mortos devido à repressão das forças de segurança.