Nuno Borges reentra no top 50 mundial de ténis
No dia em que se estreia em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada.
No dia em que se estreia em Wimbledon, terceiro Grand Slam da temporada.
Vários tenistas assinaram um comunicado a demonstrar "profundo desapontamento" pelos prémios monetários de Roland Garros.
Lista continua a ser liderada pelo espanhol Carlos Alcaraz.
O triunfo de Swiatek, antiga número 1 do mundo, permitiu-lhe subir de terceiro a segundo do ranking WTA, ultrapassando a norte-americana Coco Gauff, embora ainda muito atrás da líder bielorrussa Aryna Sabalenka.
Numa final entre as duas primeiras do ranking mundial, que procuravam o primeiro título em Paris, Gauff, segunda da hierarquia, derrotou Sabalenka.
Apesar de se confessar "abençoada" e uma pessoa "cheia de fé", a número seis mundial assegurou que "não reza por resultados, apenas para ter força para dar tudo, aconteça o que acontecer."
O tenista sérvio que ultrapassou o espanhol Rafael Nadal com o 23.º 'major', subiu do terceiro posto para o primeiro da hierarquia, superando espanhol Carlos Alcaraz (segundo) e o russo Daniil Medvedev (terceiro).
Com o cada vez mais certo afastamento de Serena Williams, quem irá dominar o ténis feminino? A polaca Iga Swiatek, atual nº 1 do mundo e vencedora em Roland Garros a 4 de junho, é a principal candidata. Mas há outras, de Coco Gauff a Emma Raducanu ou Naomi Osaka.
A polaca de 21 anos impôs-se à 23.ª tenista mundial, Coco Gauff. Igualou a norte-americana Venus Williams como a tenista com maior número de triunfos seguidos no século XXI.
Zheng Qinwen, a mais recente prodígio do ténis, perdeu a sua hipótese de derrotar a atual número um do ranking e avançar para os quartos de final do Roland Garros devido a dores causadas pela menstruação.
O avançado do Bayern Munique, que já tinha sido escolhido como melhor futebolista do ano pela FIFA, depois de vencer a Liga dos Campeões e a liga alemã pelo Bayern Munique, é o terceiro polaco a ser escolhido para este prémio, que começou a ser entregue em 1958.