Sábado – Pense por si

Gulbenkian e o país mais verde do mundo

Não quero colocar em causa a transição energética, nem todas as medidas cheias de boas intenções ambientais. Mas irrita-me uma coisa bastante mais simples: enquanto salvávamos o planeta em PowerPoint, fomos desmontando, peça a peça, parte da nossa soberania energética.

Editorial

Dar, dar, dar, não vai dar em nada

A política portuguesa tornou-se monótona – a oposição também aposta só no “dar”. O Chega quer dar tudo o que puder, o PS, mais seletivo, quer dar nos impostos dos combustíveis e no IVA zero no cabaz alimentar (mesmo que este dê mais a ricos do que a pobres, não interessa, o verbo chave é dar). O vocabulário político nacional fala de reformas e reformas agora, é isto: dar qualquer coisinha ou criar a aparência de que se dá qualquer coisinha.

Benjamin R. Teitelbaum, autor de A Aliança Invisível
Débora Calheiros Lourenço

Benjamin R. Teitelbaum: "Não sei se Trump alguma vez leu um livro"

O autor do livro "A Aliança Invisível" falou com a SÁBADO sobre a forma como o tradicionalismo está na base do pensamento dos partidos de extrema-direita. Quanto à recente vitória da AfD na Alemanha, alerta: "Deixa claro que a extrema-direita é parte do futuro do Ocidente democrático".

Mao morreu há 50 anos, mas continua vivo para os chineses. E tornou-se um ícone da cultura pop
Catarina Gonçalves Pereira, em Macau

Maoismo – o legado ainda corre nas veias da China

Mao Tsé-Tung morreu a 9 de setembro de 1976, mas continua bem vivo na cultura política chinesa. Apesar dos “crimes hediondos que cometeu” e do rasto de morte e sangue, os mitos sobre o Grande Líder “continuam profundamente enraizados na memória coletiva”. Vivem no nacionalismo, no aparelho repressivo, nas expressões ditas no dia a dia.

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