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No Teatro São Luiz, em Lisboa, Joaquim Horta encena "John Gabriel Borkman", de Henrik Ibsen. Uma peça de 1896 com eco presente, sobre gente para quem os fins justificam os meios. Estreia 5.ª, 29.
Não temos bola de cristal mas arriscamos prever um ano bem vivido. De festivais a mesas em que vale a pena sentar-se, juntamos 26 boas razões para entrar em 2026.
Na nova peça "Um Inimigo do Povo", o autor e encenador leva para palco os imigrantes encostados à parede na Rua do Benformoso, em 2024. E lança um aviso: "Cuidado com a maioria".
De setembro até julho de 2026, o Teatro São Luiz vai receber mais de 100 projetos, entre estreias nacionais (22), concertos (36) e peças de teatro (32) e dança (3).
"Nôt", da coreógrafa Marlene Monteiro Freitas e "La distance", nova peça do diretor artístico do festival, Tiago Rodrigues, são duas das muitas propostas de Avignon este ano.
Aos palcos nacionais chegam, nos próximos dias, criações da companhia Lisbon Players, de Né Barros e de Gaya de Medeiros e Ary Zara.
Ibsen recriado no Teatro Aberto, música de libertação e festa por Mário Lúcio no B.Leza e uma peça com Virgílio Castelo no Porto são algumas das nossas sugestões.
Escolhido por unanimidade pelo júri, o encenador e realizador retirou a candidatura que tinha feito, por "inadiáveis e incompatíveis com o exercício das funções" que entretanto surgiram.
O mandato do atual diretor artístico, Nuno Cardoso, termina a 31 de dezembro. Quem quiser apresentar a candidatura, tem até dia 13 de novembro.
Nasceu num palacete, estudou em colégios de elite e num convento, foi assistente de bordo, atriz, provocadora e mulher sem papas na língua. Morreu aos 85 anos.
De 15 a 26 de novembro, a companhia The Lisbon Players leva ao Teatro da Comuna, em Lisboa, uma história de morte e superação. A encenação é de Martim Mesquita Guimarães.
Os destaques para esta terça-feira.
O preconceito de que foi vítima, a hostilidade de colegas cineastas (mesmo depois de "Listen"), a vontade de fazer um "remake" de "Riscos" e a estreia como encenadora: entrevista a Ana Rocha de Sousa.
Há muito que o norueguês era um dos nomes apontados ao Nobel da Literatura. Consegui-o em 2023 vendo consagradas as ínfimas variações da sua escrita, os silêncios ou as tramas minimalistas de teatro.