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Eis a newsletter de quarta-feira
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O filme de Christopher Nolan tem levado multidões ao cinema e reavivou o interesse na obra épica de Homero - mas "Odisseia" já teve, anteriormente, muitas outras vidas. Eis as melhores e as piores.
Saiba que mitos estão associados ao eclipse solar
A adaptação a cinema da obra de Homero por Christopher Nolan fez aumentar quase 2000% as vendas do livro em Portugal, revela o editor de "Odisseia" à SÁBADO.
O caráter de Ulisses, retratado com mais simpatia no filme, as infidelidades com Calipso e Circe, que Nolan não mostra fielmente e o que se seguiu à chacina final: eis as maiores diferenças.
Não é a primeira adaptação do poema épico de Homero, mas é a mais vistosa. E entre críticas e percalços, algumas polémicas têm sido também uma odisseia.
O que acontece quando a inteligência humana, deslumbrada consigo própria, deixa de reconhecer limites morais? A pergunta pode parecer supérflua para a cabeça acelerada de Elon Musk – um Ulisses moderno, com a mesma arrogância do antigo. Mas, em tempos sombrios para a civilização ocidental, é de aplaudir que exista um realizador de cinema que ainda tenha espaço e talento para a formular.
Emily Wilson, classicista cuja tradução de Homero ajudou o realizador a imaginar Ulisses como um “homem complicado”, acusa o filme de trocar a densidade do poema pelo espetáculo.
Com a estreia de 'A Odisseia', Christopher Nolan pôs a Antiguidade Clássica no centro da conversa cultural. Mas até que ponto o filme segue o poema atribuído a Homero? E porque continua uma história criada há quase três mil anos a fascinar o público contemporâneo?
Em poucos dias, o mais recente filme de Christopher Nolan bateu a concorrência e instalou-se no primeiro lugar. Em Portugal, quase 100 mil pessoas já viram o filme.
Na adaptação do canónico poema de Homero, o cineasta de "Oppenheimer" e "Interstellar" resgata o género do filme épico e dá uma lição de cinema. Nos cinemas a partir desta quinta-feira, dia 16.
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«Igualitário é o deus da guerra; e mata quem quer matar.»
O mais difícil dos livros ganha novas edições e recenções. Mas é também alvo de piadas infinitas numa Internet em que falar a sério é cada vez mais raro.
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