O luxo dos filhos do regime do Irão no Ocidente
Enquanto o círculo do poder de Teerão impõe a vontade do supremo líder, familiares da elite iraniana moram no Ocidente — e há quem viva com ostentação.
Enquanto o círculo do poder de Teerão impõe a vontade do supremo líder, familiares da elite iraniana moram no Ocidente — e há quem viva com ostentação.
Tem 56 anos, é o filho do anterior aiatola e a sua escolha está envolta em polémica. EUA e Israel já o consideram um alvo.
Assassinato do líder supremo impôs aos clérigos iranianos a tarefa de escolherem o sucessor do homem que liderou o país por mais de quatro décadas.
Casaram em 1965, mas durante mais de 50 anos Mansoureh raramente apareceu em público. Em casa, ajudava o marido a esconder provas da sua atividade revolucionária (debaixo do tapete, por exemplo) e preparava comida para lhe entregar na prisão
A revolução islâmica de 1979 mudou a forma como o Irão e Israel se relacionam
Fala-se do filho do Xá. Fala-se de líderes no exílio. Fala-se de figuras que, do exterior, prometem um novo Irão. Mas raramente se equaciona um nome que está, e sempre esteve, dentro da própria história política da República Islâmica: Mohammad-Reza Khatami.
Depois de Estados Unidos e Israel terem abatido o líder supremo do Irão foram várias as outras caras importantes do regime que também foram eliminadas. Entre elas estão membros dos serviços de inteligência e das forças armadas.
A força aérea foi “guiada por informações de inteligência detalhadas” e Ali Khamenei foi visado quando “se encontrava no seu complexo de comando central no coração de Teerão, juntamente com outros altos oficiais”.
Ministro dos Negócios Estrangeiros considerou que França “não tem nada a aprender em matéria de violência".
Quentin Deranque, de 23 anos, sofreu um grave traumatismo craniano depois de ser atacado à margem de um protesto de extrema-direita contra um evento que contava com a presença da eurodeputada Rima Hassan, em Lyon.
Tudo aconteceu à margem de uma conferência da eurodeputada Rima Hassan, do partido de esquerda radical francês LFI.
Bateu o libanês Benjamin Hassan em dois parciais.
Cendeu em três parciais diante do argentino Marco Trungelliti.
Perdeu diante do norte-americano Elito Spizzirri, em dois sets.
Uma capital de nove milhões sem água, uma economia a afundar-se, uma oposição sem programa ou união, um país a esvair-se em protestos sem solução clara à vista.