Novidades literárias para o arranque de 2026
Desde a ficção aos ensaios e memórias, o arranque do ano está recheado de novidades.
Desde a ficção aos ensaios e memórias, o arranque do ano está recheado de novidades.
Foi publicada poucos dias antes de a escritora morrer.
Legitimada a sua culpa, estará Sócrates tranquilo para, se for preciso, fugir do país e instalar-se num Emirado (onde poderá ser vizinho de Isabel dos Santos, outra injustiçada foragida) ou no Brasil, onde o amigo Lula é sensível a teses de cabalas judiciais.
Candidato às presidenciais sublinhou que "se a Ucrânia perder esta guerra, é a Europa que perde".
Em vez de estarem em casa, sozinhas, em frente à TV, estas senhoras andam de volta dos tachos. Além de se distraírem, juntam uns euros às suas reformas.
Há que admitir aqui que as coisas que receamos para nós são as mesmas que geram piedade quando acontecem aos outros
Em declarações à CMTV, a família da mulher já havia garantido que a gravidez estava a ser acompanhada naquela unidade de saúde.
O psicólogo tem novo livro onde defende que os pais devem cometer erros, as crianças têm de ter menos horas de trabalho e que os telemóveis são poderosos como uma droga
A programação do Centro Cultural de Belém para os próximos meses inclui uma ópera de Dino D'Santiago e "Agustinópolis", que leva o universo de Agustina Bessa-Luís para o palco.
As três lições destas legislativas. A primeira: mudar a base eleitoral a meio da campanha é receita para o desastre.
Pauline Delabroy-Allard escreveu "Tudo isto é Sarah" e foi a sensação do ano em Paris. Já é comparada a Annie Ernaux e Marguerite Duras. Porquê exatamente?
A zona é frequentada e habitada por imigrantes do Bangladesh, que ocupam 90% do comércio local. Durante esta semana, testemunhámos tráfico de droga debaixo da nossa janela, consolámos a vizinha idosa que perdeu a reforma num assalto violento na rua. De madrugada, assistimos a revistas da polícia a suspeitos e pela manhã presenciámos os esforços da câmara de Lisboa para retirar os sem-abrigo do Martim Moniz.
No dia Internacional da Memória do Holocausto, o MNE israelita levou uma sobrevivente de Auschwitz a falar a diplomatas acreditados em Jerusalém. Mas trava outra batalha de memória, para manter a do 7 de Outubro, contra a barragem de emotividade nas imagens de destruição que vêm de Gaza.
Os centros públicos de Procriação Medicamente Assistida são 10, um número inferior aos 18 centros privados, e a resposta pública é inexistente no Alentejo e no Algarve.
O poder é um bicho que pode ser manso ou bravo, mas o que se faz com ele está na mão de quem o tem. Quando se entrega o poder a alguém, fica-se a perceber tudo sobre quem é, e como vê os outros.