Eleições antecipadas no Reino da Dinamarca: Frederiksen testa força nas urnas
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
O país vai ter eleições antecipadas na próxima terça-feira, a pedido da atual primeira-ministra que parece querer testar a sua crescente popularidade.
Tanto a primeira-ministra islandesa, Kristrún Frostadóttir, como os chefes de Governo da Suécia, Ulf Kristersson, e da Finlândia, Petteri Orpo, concordaram em salientar a importância de garantir a segurança da região ártica.
Presidente do Conselho Europeu defende visão global da União Europeia.
Os mais recentes desenvolvimentos geopolíticos trouxeram de novo para a ribalta o tema das armas nucleares. França quer aumentar o seu arsenal e já está a negociar com outros países europeus uma possível transferência temporária deste tipo de armas.
Talvez seja uma vã ilusão, mas tenho a secreta esperança de que a “próxima vítima” nas Américas, ou seja, Cuba, não se irá comportar de forma tão vergonhosa.
Primeira-ministra dinamarquesa quer consolidar o crescente apoio ao seu partido.
Apesar do difícil acesso em áreas remotas e da escassez de pessoal, foram alcançadas melhorias assinaláveis na ilha, que só assumiu a responsabilidade política pelo seu próprio sistema de saúde em 1992.
Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.
Trump faz o que quer e a Europa é a primeira a deixar que assim seja.
Mensagem é acompanhada por uma imagem, aparentemente gerada por IA, que mostra o USNS Mercy a navegar em direção a um horizonte de montanhas nevadas.
Emmanuel Macron tenciona oferecer o "chapéu nuclear" francês aos restantes países europeus até ao final do mês. Volumes de investimento em tecnologia militar podem ser um entrave a uma maior independência europeia.
O braço-de-ferro entre Donald Trump e Jerome Powell à volta das taxas de juro vai terminar em maio, quando o governador da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA, cessar funções. Para o seu lugar, entra Kevin Warsh, com currículo e trabalho feito no setor. Mas também um aliado próximo do Presidente, que o descreve como “uma pessoa como deve ser, que nunca nos vai desiludir”. A independência da Fed está em risco?
Primeiro a Gronelândia, depois o ICE, agora a ameaça de "nacionalizar" as eleições nos estados democratas. Só os EUA podem salvar os próprios EUA de Donald Trump.
Trump mantém a estratégia do caos para neutralizar a Democracia, porque sabe que é nesse caos que pode prosperar com a sua incapacidade e incompotência para governar bem. Só assim pode continuar a confundir milhões de norte-americanos: porque confusão é controlo. Mas teve que somar novos momentos TACO, o principal deles em Minneapolis. Atacar e matar cidadãos norte-americanos nas ruas do seu próprio país foi linha vermelha que até parte da sua base identificou. Só os EUA podem travar os EUA.
O avanço simultâneo de anexações encapotadas e de intervenções militares unilaterais faz de “It’s the End of the World as We Know It” uma descrição amarga de uma ordem internacional que se desfaz e cede, pouco a pouco, à lei do mais forte.
Veteranos da Dinamarca concentraram-se esta semana à porta da embaixada dos Estados Unidos em Copenhaga para protestar contra alegadas ameaças de tentativas de tomada de controlo da Gronelândia. Os participantes expressaram preocupação com a soberania da ilha e apelam a garantias políticas.