O povo é mansinho
Um país envelhecido, mais preocupado em manter o que tem do que em ter o que lhe falta, deixa-se ir na inércia.
Um país envelhecido, mais preocupado em manter o que tem do que em ter o que lhe falta, deixa-se ir na inércia.
O país está a ser abalado há quase três semanas uma onda de greves e protestos, havendo já mais de 400 escolas fechadas. Somam-se jovens detidos e muitos feridos.
Em causa crise no acesso à habitação.
Manifestações estendem-se há vários dias, na sequência do chumbo de medidas de apoio à habitação pelo parlamento.
A equipa de Alexandra Leitão diz ter sido empurrada para a greve e fala em clima de “animosidade”. O PS já pensa em substituto – Siza Vieira é o nome mais referido.
Trata-se de um aumento de 1.810,3%, em comparação com o mesmo período de 2025.
O PSD faz de conta que não sabe que ir para a cama com alienígenas, pequenos monstros verdes, poços de veneno, gente com Ébola, damas envenenadoras como na Renascença, ou com o Chega, é sair de lá irremediavelmente envenenado e com a pele a mudar de cor, e pequenos vermes no cérebro
Foi estranho ver um Governo minoritário empenhar capital político numa reforma superficial, que bateria sempre de frente contra uma maioria iliberal.
Líder da central sindical criticou o 'timming' da discussão, acusando o Governo de tentar por "todos os meios, encurtar prazos, não respeitando os próprios prazos da discussão pública".
Quando se decide fazer uma greve geral contra um “pacote laboral” moribundo, a motivação torna-se mais interior, menos uma luta contra uma legislação que não vai passar e mais uma exibição de força sindical de per se, e isso nos dias de hoje mobiliza menos e isso torna o resultado menos eficaz.
Paulo Raimundo defendeu que “o que vai derrotar o pacote laboral vai ser a continuação da luta dos trabalhadores” e disse que o seu partido vai estar “atento a manobras e golpadas do ponto de vista institucional”.
Líder socialista falou aos jornalistas à margem de uma visita ao Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, em Penafiel.
Os seis detidos são cinco homens e uma mulher. São suspeitos da prática do crime de resistência, coação e ainda dano.
Sindicato diz que a "massiva adesão" demonstra que "os enfermeiros, de todos os setores rejeitam o pacote laboral".
O antigo primeiro-ministro defendeu que é preciso "mudar de atitude", falando em termos gerais, mas incluindo "quem está no Governo".
Alguns dos manifestantes atiraram garrafas de vidro aos polícias e lançaram petardos e focos de fumo.