General russo morre em explosão de carro-bomba em Moscovo
Autoridades russas não descartam envolvimento da Ucrânia.
Autoridades russas não descartam envolvimento da Ucrânia.
Investigadores acreditam "o crime foi orquestrado pelos serviços de inteligência ucranianos".
Uma das mercadorias que mais circula na guerra: os mortos. E a linguagem usada não tem pudor: o primeiro lote está entregue. Em breve, chegarão outros.
Yaroslav Moskalik, chefe adjunto do principal departamento operacional do Estado-Maior das forças armadas russas, foi morto por um engenho explosivo colocado no seu carro em Balashikha.
Um líder paramilitar pró-Kremlin do leste da Ucrânia, foi morto esta segunda-feira quando uma bomba destruiu partes de um luxuoso complexo de apartamentos na capital russa, segundo a imprensa local.
Igor Kirillov, de 54 anos, era responsável pelas armas nucleares russas.
Durante o interrogatório, o suspeito afirmou ter sido "recrutado pelos serviços especiais ucranianos", avançou o comité de investigação russo anunciou.
Nova imagem partilhada na aplicação Telegram mostra Sergei Surovikin de braço dado com a mulher Anna. O general russo não era visto em público desde que foi acusado de ter participado na tentativa de motim, contra Moscovo.
General que comandava invasão russa, terá perdido o seu posto de trabalho, depois de ter passado semana desaparecido dos olhares públicos. Informação foi avançada por agência de notícias russa e garante que já existe um substituto temporário.
Paradeiro do antigo comandante é desconhecido, desde que foi acusado de apoiar uma tentativa de guerra civil, liderada pelo grupo Wagner. Segundo um deputado russo, Sergei Surovikin “está a descansar”.
Sergei Surovikin pode ter apoiado o motim liderado por Yevgeny Prigozhin. Não se sabe o seu paradeiro nem estado de saúde há vários dias.
Desenvolveu a "doutrina" utilizada pela Rússia na anexação da Crimeia e na nova invasão. Tem 67 anos e é um aliado próximo de Putin.
Alexander Pushkin, Mikhail Lomonosov e Maxim Gorky são algumas das personalidades cujas estátuas foram removidas e serão desmontadas em Dnipro.
Governo diz ter realizado ataque com armas de alta precisão nos locais temporários de treino dos chamados milicianos da Legião Estrangeira.
Andrey Averyanov encontrou-se na capital portuguesa com um alegado operacional do ataque a um paiol de munições na República Checa, dias depois.
A censura tem vindo a permitir a publicação nos meios de comunicação social e redes sociais da Rússia de comentários de personalidades apelando a uma declaração de guerra contra a Ucrânia.