A verdade a calçar as botas
Numa campanha eleitoral cheia de mentiras, a desinformação fez parelha com a desatenção.
Numa campanha eleitoral cheia de mentiras, a desinformação fez parelha com a desatenção.
No assédio, para qualquer denunciado, presunção de inocência. Para qualquer denunciante, certeza de culpa.
Por pouco que pareça, as nossas opções não são só manter tudo ou partir tudo.
Alexandre Monteiro, especialista em linguagem corporal, autor de Torne-se um Decifrador de pessoas (que acaba de chegar aos 100 mil exemplares), esteve a ver os debates dos principais concorrentes a Belém. E conta o que eles revelam, mesmo sem querer.
A Glam deve 1,5 milhões de euros aos seus agenciados e ao Estado. A atriz Sofia Ribeiro diz à SÁBADO estar desiludida. Como foi possível chegar aqui?
Não conhecemos os factos, nem precisamos. O apagão desta semana serve de prova a qualquer teoria que dê jeito.
O método é simples e consiste em conhecer a pessoa pela forma como ela se comporta em piloto automático.
Descontrolar Ventura com silêncios e calma. Irritar Pedro Nuno encostando-o à esquerda. Mudar de assunto quando este não agrada. Os livros por onde eles estudam.
Há quinze anos, no auge do Caso Mondego, o então inspetor Miguel Viegas e a procuradora Leonor Matos tinham cruzado uma linha. O envolvimento pessoal que surgira entre noites de trabalho intenso e a adrenalina de uma grande investigação tinha sido tão intenso quanto breve.
A investigação sugere que fatores ambientais, tais como abuso na infância, experiências de vitimação e trauma, estão particularmente associados ao desenvolvimento de traços psicopáticos.
Uma imagem de eficácia e valia política requer muito esforço de persuasão, coisa que por cá devia ser lição aprendida, pois, como explicou didaticamente Oliveira Salazar, «politicamente só existe o que o público sabe que existe».
Sacrificou-se o governante para salvar o desgoverno. A lei dos solos, esse planalto de promiscuidade, entra hoje em vigor.
O advogado Pedro Proença diz não ter qualquer dúvida quanto à pena a que será condenado o suspeito que ainda está em fuga.
Torna-se, então, claro que nem todos os sujeitos com Psicopatia cometem crimes violentos. Muitos até podem desenvolver carreiras promissoras e atingir posições de poder na sociedade.
É importante entender que diferentes pessoas têm diferentes tolerâncias ao toque, algumas tendem a ser muito sensíveis, o que pode ter sido causado pela forma como a pessoa é criada ou então pelos problemas de autoestima que possa ter.