As eleições Presidenciais são importantes...
Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.
Não me parece haver qualquer negligência especial face à tempestade que devastou o centro do país. A queixa é tão previsível e tão expectável que mesmo que tudo fosse perfeito haveria sempre críticas.
Andou pelo mundo como guitarrista de Amália Rodrigues, ganhou fama a cantar nos festivais da canção mas quis voltar às origens no fado. Aos 68 anos e 50 de carreira, diz que não pode dar-se ao luxo de parar de trabalhar.
Nos canais generalistas, o debate foi acompanhado por mais de 3,9 milhões de portugueses.
Equipa jurídica do partido analisa viabilidade do cenário, mas partido garante que Ventura não vai acumular funções. Constitucionalistas afirmam não existir qualquer norma que o impeça, mas que vai contra o espírito da lei.
Ventura elege o ataque ao socialismo para se apresentar como um grande purificador do regime. Com todos os perigos que isso comporta.
André Ventura recordou que Paulo Portas fez parte do Governo liderado por Pedro Passos Coelho, quando António José Seguro era secretário-geral do PS.
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António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
O líder do Chega quer alargar base à direita com radicalismo – e ainda sem plano para cenário de vitória.
É difícil ver o documentário 'A Duas Voltas - Mário Soares e as Presidenciais de 1986' sem sentir carinho por aqueles candidatos e pelo que éramos. Carinho e perda.
Entre a ficção portuguesa e a literatura internacional, o novo ano promete trazer grandes leituras. Eis 12 obras que já saíram ou já sabemos que vão sair ao longo dos 12 meses do ano.
António José Seguro e André Ventura voltam à estrada para as presidenciais, que terão lugar a 8 de fevereiro.
O líder do Chega passou à segunda volta na corrida presidencial. O resultado serviu para fazer mira a São Bento (não a Belém) e proclamar-se como líder do “espaço não socialista”.
As únicas presidenciais da democracia portuguesa que obrigaram a uma segunda volta realizaram-se em 1986, entre Freitas do Amaral e Mário Soares, dividindo então o país entre esquerda e direita.
As sondagens apontam para uma espécie de montanha-russa de preferências eleitorais. No espaço de poucos meses, aquilo que parecia um fait accompli para Gouveia e Melo e, depois, para Marques Mendes, tornou-se um penoso martírio para ambos.
O Chefe de Estado salientou que pode ser por “um, dois ou por três” votos que “ganha um e não ganha outro”.