Sábado – Pense por si

Miguel Rodrigues (em cima), principal arguido do caso, está preso preventivamente. Foi acusado por crime de tentativa de espionagem.
Carlos Rodrigues Lima

Serviços secretos: o caso do falso espião russo que pôs a PJ a caçar gambozinos

Um jovem de 24 anos que dizia ser espião para a Rússia virou a Justiça de pernas para o ar. Houve ações encobertas falhadas. Um inspetor da PJ matou um dos seus cães com a arma de serviço. Outro foi apontado como informador. E o motorista do comandante da PSP de Lisboa foi apanhado a perseguir uma coluna móvel da Judiciária.

A 29 de agosto, as populações do interior iam para o litoral com os animais. Banhavam-nos nas praias para os desparasitarem
Lucília Galha

Porto Covo: a praia dos pobres que se tornou famosa

Os primeiros a frequentá-la foram os agricultores - era o destino de quem não queria aparecer. Mas a sua pacatez atraiu as personalidades. Hoje, é o refúgio balnear do Presidente da República.

Rita Rato Nunes

Cirurgias em pós-laboral descontroladas

Há 3 hospitais a fazerem mais operações pagas como extra do que em horário regular, revela inspetor. Falta regulação e fiscalização. "Pai" deste sistema diz que foi "desvirtuado".

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Susana Lúcio

As melhores cidades para viver em Portugal

Segurança para passear à noite na rua em Braga, inovação tecnológica e tranquilidade no Fundão, viver, trabalhar e divertir-se num raio de 15 minutos em Lisboa e assistir ao mais bonito pôr do sol em Alcochete. Estes são alguns dos motivos que levaram famílias a fixarem-se nas melhores cidades para viver em Portugal.

Maria Henrique Espada

Cavaco Silva, 1985: A mãe de todas as minorias

Com 29,8%, poucos ministros (13), falta de cinzeiros, muitos políticos imberbes, outros tantos desconhecidos, medidas em catadupa e uma tática clara: ser forçada a sair e nunca se pôr a jeito. Marques Mendes, Santana Lopes e Durão Barroso partilhavam um corredor. Marcelo entrevistou Cavaco. E quem caiu foi a oposição.

Bruno Faria Lopes

EFACEC: a tragédia para os contribuintes, em cinco atos

A história que levou o erário público a empenhar 360 milhões de euros na EFACEC não começa na nacionalização decidida em 2020. Envolve a família Mello, a banca, uma “princesa” angolana – e a típica gestão no Estado.

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