O sebastianismo, o convidado do PCP e a bolsa do deputado do Chega
As histórias do malogrado D. Sebastião, a ida ao Avante! de uma organização terrorista e o dinheiro que Alberto João Jardim atribuiu a Francisco Gomes.
As histórias do malogrado D. Sebastião, a ida ao Avante! de uma organização terrorista e o dinheiro que Alberto João Jardim atribuiu a Francisco Gomes.
Aclamado rei aos 3 anos, foi educado por jesuítas e adorava relatos históricos de grandes batalhas. Ia à missa todos os dias e evitava o contacto com as mulheres.
Conheceu o País, reformou o exército e avançou para o Norte de África para travar os otomanos e ganhar o respeito da Europa cristã. Falhou o casamento e a sucessão.
Tornou-se no salvador da pátria que um dia irá regressar ao reino.
O mito começou a ser construído no dia em que nasceu: era a última esperança da coroa para um herdeiro. Não conheceu os pais e cresceu entre a disciplina dos jesuítas, o gosto pelo treino militar e a interferência do tio, Filipe II de Espanha. Foi morto em batalha, mas o Reino nunca o quis aceitar.
Houve quem tivesse lutado em praças africanas, enriquecido com o açúcar e influenciado cortes orientais. As que ficaram contribuíram para a sobrevivência de Portugal.
Com cada vez mais fãs, os jogos de tabuleiro não ficaram no passado. Falámos com lojas, marcas e criadoras de jogos sobre a recuperação deste passatempo.
Hoje tudo se decide à porta fechada – cum clave, daí vem o nome –, sem contacto com o exterior, mas durante séculos não foi assim. Os cardeais podiam sair, por isso algumas eleições demoraram mais de dois anos. Houve intrigas, corrupção, violência e até o veto de um imperador.
Bandeira portuguesa desde que há memória, o bom cozido tem regras, mas tem também história. Os chefs Vítor Adão, Justa Nobre e o gastrónomo Virgílio Nogueiro Gomes traçam-lhe as coordenadas.
Rezava várias vezes por dia, saía pouco e vivia numa corte “em guerra”. Perdeu os dois irmãos m uito jovens e tornou-se essencial arranjar-lhe um casamento – o futuro do País estava em jogo
Há pontos táticos em comum, alguns, entre o pré-batalha em 1588 e o pré-jogo em 2024. Pode haver uma surpresa, como há 436 anos, mas pelo menos não haverá motivos para que o Rei Filipe, desta vez o VI, se feche dias a fio em luto como o seu antepassado fez. It’s only football!
Se os pratos da mesa de Natal têm uma tradição de séculos justificada pela religião católica, já os do Ano Novo têm no máximo um século. Esta festa é assim caracterizada pelo gastrónomo como uma "festa exibicionista, sem carga religiosa".
Um concerto em Lisboa de uma cantora que integrou uma digressão de Madonna, uma peça de teatro de Albano Jerónimo e Cláudia Lucas Chéu e um menu exclusivo no restaurante JNcQUOI Asia são algumas das nossas sugestões.
A má liderança por governantes fracos está no cerne da peça que Marcos Barbosa encena no Teatro Carlos Alberto, no Porto, uma das menos apreciadas e representadas do famoso dramaturgo inglês, O Rei João.
Conselho Nacional decide este sábado o apoio à recandidatura do Presidente da República. Mas o tema divide os centristas. E são poucos os que se entusiasmam com este candidato.
Era alto, louro e tinha olhos azuis como o jovem rei que morreu em Alcácer-Quibir. O impostor garantiu no cadafalso que morria por ser o rei português