Conselho Nacional de Educação vai avaliar digitalização dos exames
Fernando Alexandre considera que o modelo é para continuar, pois funcionou, "como ficou evidente" na segunda fase das provas nacionais.
Fernando Alexandre considera que o modelo é para continuar, pois funcionou, "como ficou evidente" na segunda fase das provas nacionais.
O sindicato considera inaceitável que o Governo tenha anunciado a aprovação, em conselho de ministros, do diploma relativo ao novo modelo de recrutamento de professores, antes da conclusão da negociação.
Até segunda-feira, apenas 50% dos pedidos de revisão estavam corrigidos. Já as provas da 2.ª fase estavam concluídas a 97%, segundo o ministro da Educação. Para o secretário-geral da Fenprof, "o que está em causa é a credibilidade do processo".
Ministro da Educação foi chamado a responder pelas falhas que se registaram na correção digital dos exames nacionais. No Parlamento, deixou a sua palavra em como nenhum aluno será prejudicado no acesso ao ensino superior.
As alterações ao calendário do ensino secundário foram confirmadas na quinta-feira pelo ministro da Educação.
Ministro da Educação garante que o processo está a decorrer "com normalidade" apesar das falhas registadas na 1ª fase.
Ministros aflitos, uma autarca com sede, um sniper da Guerra Colonial, as surpresas da vida financeira de Salazar e, por fim, roteiros para gozar melhor Alentejo e Algarve, que o tempo não está para dramas de atrelados.
A Provedoria da Justiça pediu ao ministério um "ponto de situação" sobre a publicação das notas e as "medidas pensadas" para a segunda fase dos exames.
Será aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, quer as realizem ou não.
No novo regime jurídico também estão agora explicitados os percursos curriculares diferenciados como medida de educação inclusiva, nomeadamente para alunos sobredotados.
As aulas do ensino secundário vão começar uma semana mais tarde, a 21 de setembro, estando ainda a ser estudada uma eventual alteração das aulas dos alunos do 3.º ciclo, revelou esta quinta-feira o ministro da Educação.
Alteração ao Estatuto do Aluno será aprovada em Conselho de Ministros.
E ainda o turboadjunto do secretário de Estado, os €67.900 que o Governo gastou numa formação de liderança e a nomeação de um assessor "fantasma"
O ministro reconheceu que a 1.ª fase decorreu "com muitas perturbações" devido a falhas das plataformas, problemas que levaram a contratar a Deloitte, que continua a dar apoio.
Segundo dados da tutela, houve 2.400 alunos cuja classificação final foi de 9,4 valores, sendo expectável o pedido de reapreciação, uma vez que falta apenas uma décima para terem aprovação.
Federação anunciou que vai denunciar a situação junto da Inspeção Geral de Educação e Ciência.