Agência Internacional de Energia defende reabertura total do estreito de Ormuz
Para superar crise energética.
Para superar crise energética.
Para além da energia, Birol está preocupado com o efeito que o bloqueio daquela passagem marítima entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã vai ter na circulação de outras matérias-primas, com impacto potencial na economia mundial.
Alerta foi feito durante o primeiro dia da reunião dos ministros das Finanças do G7 em Paris.
No relatório mensal sobre o mercado do petróleo, publicado em 14 de abril, a AIE alertou que a produção global de petróleo baixou 10,1 milhões de barris por dia (mb/d) em março devido à guerra no Médio Oriente, a maior queda da história.
De acordo com os dados de mercado recolhidos pela agência de notícias espanhola EFE, na abertura do mercado holandês, o gás natural avançou 2,90%, para 61,06 euros por megawatt-hora (MWh).
Pelo menos 40 infraestruturas energéticas foram "gravemente ou muito gravemente" danificadas devido à guerra entre os Estados Unidos, Israel e o Irão.
"O mundo ainda não compreendeu bem a dimensão do desafio de segurança energética que enfrentamos", diz o diretor executivo da AIE, à BBC.
Só resta a certeza na incerteza, egocentrismo e inconstância de Trump.
Decisão foi unanine.
O diretor da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, alertou, esta sexta-feira, que uma interrupção prolongada das exportações de gás natural do Médio Oriente poderá provocar escassez de gás natural liquefeito no mercado global.
Num relatório, a Agência Internacional de Energia garante que o ritmo de construção de novos reatores nucleares não era sentido há três décadas e que há mais de 40 países que pretendem aumentar as infraestruturas de produção nuclear.
A volatilidade dos preços dos combustíveis fósseis, reforçada pela guerra na Ucrânia, e as medidas de apoio adotadas pela UE, China, Japão e Estados Unidos reforçaram esta tendência.
As investigações europeias continuam sobre os danos e quem terá levado a cabo a opração para danificar as linhas de gás entre a Rússia e a Europa.
O investimento em energias verdes no âmbito dos planos de recuperação da crise da covid-19 cresceu 50% nos últimos cinco meses e ultrapassou os 653 mil milhões de euros a nível mundial.
A organização sediada em Paris salienta também ser importante que esta transição seja sempre feita "ao mesmo tempo que se garante a segurança energética".
Emissões mundiais de dióxido de carbono devem atingir níveis sem precedentes. Há falta de investimento em energias renováveis, frisa Agência Internacional de Energia.