Irão: o pior está para vir
O ambíguo apuro de danos começa a lembrar o «body count», o empilhar de cadáveres inimigos, do Vietname.
O ambíguo apuro de danos começa a lembrar o «body count», o empilhar de cadáveres inimigos, do Vietname.
Um dos pilotos foi resgatado pelas forças armadas norte-americanas.
Numa altura em que os primeiros ataques ao Irão estão quase a fazer um mês, multiplicam-se também os ataques iranianos aos países vizinhos. Jorge Botelho Moniz explica que as capacidades de resposta são “relativamente limitadas" e que dependem dos EUA.
Outros dois tripulantes estarão desaparecidos. Autoridades estão a levar a cabo operações de resgate.
A guerra na região parece ter-se agudizado, mas ainda não é clara a resposta que Israel dará.
As circunstâncias da queda do aparelho não foram especificadas pelo Estado-Maior das Forças Armadas que indica que aparelhos F-16 foram utilizados para repelir ataques de mísseis da Rússia.
Netanyahu afirmou que "qualquer pessoa que queira ver um Médio Oriente estável e seguro deve opor-se ao ‘eixo do mal’ do Irão", que, no seu entender, inclui o Iémen, Gaza ou Líbano.
Estados Unidos e a Alemanha vão enviar tanques para a Ucrânia. Os Países Baixos também mostraram disponibilidade. Mas além dos tanques, será necessário muito mais armamento.
Mais conclusões preliminares da invasão da Ucrânia, pelos olhos dos militares envolvidos. Hoje, a guerra no ar, e a tentativa de dominar os céus, por cima do inferno.
O mecânico roubou um avião sem passageiros e acabou por ser perseguido por um caça F-15 norte-americano.
Transporte aéreo estava vazio no momento em que o funcionário da companhia aérea realizou a 'descolagem não autorizada'.
Morreram 14 pessoas num ataque a uma base aérea na Síria. EUA negaram ter tido qualquer envolvimento no ataque.
Os dois caças F-15 Eagle pertencem aos Estados Unidos da América. Vídeo foi partilhado no Twitter na passada quinta-feira
País asiático testou bombardeamento de locais dos testes nucleares na Coreia do Norte.
Exercício envolveu fogo real, um míssil balístico e aviões F-15.
Coreia do Sul diz que "o exercício reconfirmou a capacidade da Força Aérea sul-coreana para destruir a liderança do inimigo em caso de emergência"