'Teoria do Caos', o novo podcast da SÁBADO e do Correio da Manhã
Com os jornalistas Alexandre M. Malhado e João Amaral Santos.
Com os jornalistas Alexandre M. Malhado e João Amaral Santos.
Foi promovido pelo Fórum Cívico Europeu e o Observatório do Espaço Cívico.
A Europa precisa de imigração. Não é uma opinião. É uma evidência demográfica.
Marine Le Pen lançou-se na corrida ao Eliseu, pela quarta vez. Mas no campo pró-europeu, o politólogo José Filipe Pinto acredita que Christine Lagarde é um nome a considerar nas contas para as presidenciais francesas de 2027.
Wagner Moura e Christiane Jatahy levam ao CCB, em Lisboa, "Um Julgamento – Depois do Inimigo do Povo", peça que parte de Ibsen para falar de pós-verdade e democracia. Apresentaram-na esta tarde, em conferência de imprensa.
Carlos César diz que apesar de o primeiro-ministro ser "maltratado e enganado" gosta e vai voltar para o Chega.
"As crianças são apanhadas através da internet e ao serem apanhadas usam esquemas, fogem de casa, fogem das instituições, e são elas que se vão pôr, entre aspas, na boca do lobo", disse Manuel Coutinho.
A conclusão do autor resumia-se numa frase: “Se se puserem maçãs boas numa situação podre, ficamos com maçãs podres.” Por isso, quem tem poder – como as polícias – tem de ser enquadrado em salvaguardas institucionais à prova da escalada individual, ou grupal, para o abismo.
De filho de imigrantes paquistaneses, o presidente da Câmara de uma das maiores cidades europeias lidera há dez anos a capital inglesa ao serviço do Partido Trabalhista e já implementou medidas ambientais, sociais e de habitação social. Mas não é socialista e não pode ser comparado ao homólogo em Nova Iorque, Zohran Mamdani.
A polícia informou que Essa Suleiman enfrenta duas acusações de tentativa de homicídio relacionadas com o ataque, ocorrido em Golders Green, na quarta-feira.
A imperativa identificação e lealdade entre judeu e Estado de Israel levou a uma equivalência entre crítica à política governamental israelita e antissemitismo.
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
O ex-governador acha que serve mesmo para tudo, de São Bento a Belém, passando por mestre de obras megalomaníacas, e um certo PS também achou, durante bastante tempo.
Luís Neves sustentou que o Governo "não aceita ações deste tipo" e "repudia transversalmente todo este tipo de atos".
O suspeito do arremesso é um homem de 39 anos, que não participava no protesto.
O agressor, um homem de 39 anos, atirou um engenho incendiário, que acabou por não deflagar, em direção dos manifestantes da Marcha Pela Vida.