Tudo o que a ciência já consegue prevenir e os ex-ministros de Costa
A sua newsletter de terça-feira
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Medina abriu consultora financeira depois de ser ministro das Finanças. Galamba é consultor de Energia depois de tutelar a pasta. Cordeiro faz o mesmo no Ambiente e tem como sócio deputado do PS que está na comissão do Ambiente (e que nega estar a fazer lobbying).
Wei Fenghe e o seu sucessor Li Shangfu governaram entre 2018 e 2023 e foram acusados de aceitar subornos.
No 25.º Congresso Nacional do partido, que decorre em Viseu.
Desde as mais eufóricas às mais silenciosas, houve discursos inflamados e derrotas assumidas. E Manuel João Vieira.
Juntou família, amigos, vizinhos, ex-ministros do PS numa casa cheia e disse que aqui cabem "todos os democratas". Seguro passou à segunda volta em primeiro lugar (com 31,1% dos votos), tem o apoio declarado da esquerda e o adversário preferido - Ventura. Já fala sobre a tomada de posse.
O que revelam os documentos da Operação Influencer, a cirurgia ilegal na sede do Chega e uma peça sobre o Benformoso estão entre os destaques desta manhã.
No prefácio do livro, o Presidente da República escreve que "Maria Barroso foi uma excecional atriz de carreira cortada pela vida política e pela censura ditatorial".
O mandato de Ana Paula Martins pode estar no fim da linha. A ministra soma várias polémicas e muitos consideram que não tem condições para continuar.
Lei que combate as “porta giratórias” entre o poder político e o mundo empresarial permite que ex-governantes possam criar empresas ou mesmo trabalhar para privados nas áreas em que tutelaram.
O novo secretário-geral convidou para a sua direção os ex-ministros Cordeiro, Medina e Vieira da Silva. Rejeitaram, mas vão ser integrados de outras formas. Eis a estratégia interna.
Os militantes do PS votam em 15 das 21 federações do partido e, no sábado, vão às urnas os socialistas das restantes seis distritais, Açores, Algarve, Braga, Coimbra, Porto e Viseu.
O Governo de Mitsotakis foi acusado de uma gestão desastrosa do acidente que chocou todo o país, apesar de o primeiro-ministro ter garantido que "nunca houve uma ordem para ocultar" responsabilidades políticas.
Além de Bolsonaro, entre os arguidos estão militares de alta patente e ex-ministros do seu Governo (2019-2022), considerados homens de confiança do ex-presidente.
O debate sobre a imigração não precisa da demagogia habitual dos extremos à direita e à esquerda, mas da moderação de quem percebe que a Europa não resiste sem políticas públicas credíveis e humanistas. Pedro Nuno Santos parece ter percebido.