Sábado – Pense por si

Lutz Pfannenstiel, antigo guarda-redes alemão, jogou em todos os continentes. Só foi campeão uma vez, na Filnândia
Tiago Carrasco

Foi dado como morto três vezes, esteve preso e teve um pinguim na banheira

Lutz Pfannenstiel passou 101 dias numa das piores prisões de Singapura, foi declarado morto em campo e arriscou ser deportado da Nova Zelândia por causa de um estranho animal de estimação. O antigo guarda-redes alemão, o único futebolista a jogar em clubes das seis confederações da FIFA, contou à SÁBADO os pormenores da sua carreira, a mais frenética da história do futebol.

Raves sóbrias
Raquel Lito

A moda das raves sóbrias com sumo de laranja

Aqui dança-se sem excessos e de banho tomado. Passámos uma manhã a acompanhar ravers saudáveis, movidos a laranjada, num café lisboeta, em Santos. O evento acontece duas vezes por mês, sempre aos domingos. Veja o vídeo.

SÁBADO destaca figuras influentes de Portugal, da política à ciência, artes e desporto
SÁBADO

As 22 figuras que estão a mudar Portugal

Se olharmos para a última meia dúzia de anos, pode parecer que pouco se alterou, mas não é verdade. Alguns desconhecidos e uns quantos famosos estão a transformar o que somos como sociedade e economia. Da política à ciência, das artes ao desporto, estas são as escolhas da SÁBADO.

Uma das três manadas de garranos da reserva natural da Faia Brava
Susana Lúcio

Visitámos a primeira reserva natural privada do país

Situada em Figueira de Castelo Rodrigo, a reserva natural com mil hectares foi sonhada por um casal de biólogos e pretende regenerar a floresta e a fauna mediterrânica, em propriedades abandonadas há décadas, junto às escarpas do Vale do Côa.

A fuga da família real para o Brasil

A impressionante operação foi concretizada em três dias e permitiu levar a família real e a corte para o Brasil (no total, nos mais de 40 navios seguiram 15 mil pessoas), para escapar às tropas de Napoleão. E ainda: como ganhar dinheiro com o seu prédio; a primeira reserva natural privada; e um futebolista com uma vida frenética

A lipoproteína (a) foi descoberta em 1963. Trata-se de partículas que transportam a gordura no sangue
Lucília Galha

A proteína que o pode matar

É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.

A fuga da família real portuguesa para o Brasil em 1807
Ana Taborda

A inédita fuga da família real para o Brasil

Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.

'Povo Unido contra a troika' sai hoje à rua
Maria Henrique Espada

A vida numa economia congelada: como se vive num país falido

Primeiro as más notícias: na terça‑feira, as taxas de juro da dívida a cinco anos chegaram aos 9,02% e o País ficou apenas um nível acima de “lixo”, depois de a agência Standard & Poor’s ter voltado a baixar o rating. Agora as péssimas notícias: nos próximos anos, a sua vida será ainda pior. Para saber o que deve esperar, a SÁBADO preparou um dossiê especial onde lhe conta o que vai mudar em Portugal, o que aconteceu na Grécia e na Irlanda com a entrada do FMI e o que pretendem fazer PS e PSD se ganharem as eleições.

Década de 80 impulsiona negócio da nostalgia com música, filmes e colecionáveis
Rui Gustavo

Os loucos anos 80 e o negócio da nostalgia

Os adolescentes da década de 80 cresceram e já têm dinheiro para comprar o disco que sempre quiseram, o DVD dos desenhos animados preferidos ou a colecção de cromos que nunca chegaram a acabar. A nostalgia está a dar e rende milhões.

Os Gato Fedorento divertem-se na praia, em Fátima, num estúdio e num campo de futebol
Dulce Garcia

No planeta do disparate: uma semana com os Gato Fedorento

Passam o tempo a jogar PlayStation, a dizer piadas e a fazer insinuações gay. No fim, ainda ganham dinheiro com isso. A SÁBADO acompanhou os Gato Fedorento durante vários dias — na praia, em Fátima, no estúdio e num campo de futebol.

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