Suspeito de ataque a marcha LGBT em Berlim foi morto em operação policial
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
Homem de 21 anos suspeito de avançar sobre uma multidão num evento LGBT foi abatido pelas autoridades alemãs.
O suspeito, um “cidadão alemão de origem libanesa”, está ainda em fuga e as autoridades pedem à população para evitarem “contacto direto” com o suspeito.
O detido alegadamente acompanhava o principal suspeito daquele atropelamento, já identificado, mas que continua a monte.
Com mensagens no Telegram e Snapchat ativou os "soldados das sombras" e "todas as célusas silenciosas". Seguiram-e ataques a sinagogas, escolas e até quatro ambulâncias foram incendidas em Londres. Foi detido na Turquia e está a agora nos Estados Unidos.
Al-Minuki "pensava que se podia esconder em África, mas não sabia que tínhamos fontes a manter-nos informados sobre as suas actividades", referiu o presidente norte-americano.
As autoridades não indicaram a origem nem a data das peças encontradas.
Agressores intercetaram o veículo em que seguia a repórter, retiraram-na à força e colocaram-se em fuga.
Sobre a importância da reabilitação das infraestruturas para a transição económica da Síria, os dois "discutiram oportunidades para que empresas britânicas de vários setores desempenhem um papel nesse processo".
Primeiro-ministro espanhol fala num cenário "muito pior" do que o de 2003, com o Iraque.
Fortes explosões fizeram-se ouvir na madrugada deste domingo em Manama, a capital do Bahrein e o exército iraniano declarou ter realizado ataques com drones visando, nomeadamente, uma importante unidade policia.
O suspeito dirigiu o seu veículo pelas portas da sinagoga e depois por um corredor, ferindo e deixando inconsciente um segurança.
Alican Uludag, jornalista turco da rádio e televisão pública alemã, será apresentado ao Ministério Público na sexta-feira.
A maior entrada de sempre em Bolsa de uma empresa que vende armas, as aeronaves da Tekever a apoiar as forças ucranianas e os fundos de investimento que já não excluem o setor militar. A defesa vale cada vez mais dinheiro.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros (MNE) da União Europeia reúnem-se hoje em Bruxelas para decidir novas sanções à Rússia e aos responsáveis pela repressão no Irão, devendo também discutir a situação na Síria, Palestina e República Democrática do Congo.
Segundo o comunicado, "os dois presidentes afirmaram a importância de preservar a unidade e a independência do território sírio".
Entre os feridos estavam quatro mulheres e uma criança.