Silly season?
A União Europeia vai a banhos, mas dificilmente o verão será tempo de acalmia, sobretudo para os principais dirigentes europeus.
A União Europeia vai a banhos, mas dificilmente o verão será tempo de acalmia, sobretudo para os principais dirigentes europeus.
Há dois helicópteros a fazer detenção precoce de incêndios.
Em Portugal, o parlamento aprovou em fevereiro de 2026 um projeto de lei que restringe o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, sendo que a nova regulamentação exige consentimento parental expresso para jovens entre 13 e 16 anos e proíbe o uso antes dos 13 anos para proteger de riscos digitais e conteúdos viciantes.
A diferença está em saber o que é mais importante para os europeus neste período de instabilidade geopolítica: uma política externa a uma só voz ou, às vezes, sem voz? Ou uma postura internacional mais veloz, mas potencialmente a mais vozes?
Sendo declarada uma crise energética, o Governo pode tomar medidas de apoio a clientes domésticos e empresas, fixando limites para o preço da energia "abaixo do preço de custo", segundo explicou o ministro da Presidência.
Donald Trump afirma ser o grande vencedor, mas a Rússia e a China podem até tirar mais partido do conflito.
Era um espectáculo ver os republicanos a aplaudir de pé uma frase de Trump, esboçar o gesto de se sentar e levantar-se de imediato de novo para, mais uma vez, aplaudir. Não sei quantos segundos estiveram sentados nas duas horas dos discursos, deve ter sido um cansaço. Bem feito.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
Uma sondagem da agência Reuters concluiu que 61% dos norte-americanos acredita que comportamento do presidente dos EUA está a piorar.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano reuniu-se na noite de quarta-feira com o seu homólogo de Omã, que serve de intermediário nas negociações entre os Estados Unidos e o Irão.
O Presidente iraniano recordou que o líder supremo do Irão proibiu o desenvolvimento de armas nucleares.
Durante o discurso sobre o Estado da União, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse preferir resolver o conflito por via da diplomacia, mas deixou claro que não permitirá que o Irão tenha armas nucleares. “Nunca permitirei que o principal patrocinador do terrorismo a nível mundial, tenha uma arma nuclear”, salientou.
O presidente dos EUA, Donald Trump, fez, esta terça-feira, o discurso mais longo de sempre do Estado da União, aproveitando se vangloriar de ter desencadeado um 'boom' económico.
Irão comparou as declarações dos Estados Unidos e de Israel com a máxima do ministro da Propaganda da Alemanha nazi, Joseph Goebbels, de que, se uma mentira for repetida muitas vezes, torna-se verdade.
Apesar das sondagens mostrarem o descontentamento dos eleitores com o seu primeiro ano do mandato.
Presidente dos EUA classificou a decisão do Supremo Tribunal como "lamentável" e "totalmente errada".