Morreu o historiador e diretor da Biblioteca Nacional Diogo Ramada Curto
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
O professor catedrático tinha 66 anos e estava à frente da Biblioteca Nacional desde abril de 2024.
Com o coreano como língua convidada, o festival francês, dirigido pelo português Tiago Rodrigues, não terá este ano artistas portugueses na programação.
A leitura de Saramago e de todos os escritores que nos contam o que foi Portugal debaixo da ditadura é mais do que obrigatória. É vital para quem não quer ser parte de um rebanho.
A possibilidade de Saramago deixar de ser obrigatório no 12º ano criou uma polémica que, por via indireta, puxou Mário de Carvalho para a discussão pública. Autor disse estar reconhecido e rejeita comparações com o Nobel.
Em Portugal abre-se a porta ao padre, oferecem-se os folares e assiste-se às procissões. Alguns países adotam até tradições semelhantes, mas outros preferem sair do padrão: é o caso da República Checa, da Noruega ou da Grécia.
Têm-se espalhado "falsidades" em torno da remoção dos livros de Saramago das aulas de Português, dizem professores, que garantem que o escritor "nunca sairia" do currículo, estando em causa a "diversidade" no ensino.
Satélites portugueses lançados para órbita esta segunda-feira têm nomes de escritores. Mas cá em baixo uma polémica surge em torno do valor dado ao Nobel da Literatura português.
Fernando Alexandre salientou que "José Saramago é, obviamente, um escritor de referência" e admitiu que deve ser obrigatório ler este como outros escritores nacionais, apontando que há "grandes escritores em Portugal".
O Governo pôs uma versão preliminar revista das aprendizagens essenciais em consulta pública na sexta-feira, num processo que vai durar um mês e que pretende recolher contributos da comunidade educativa, especialistas e sociedade.
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
A 9 de maio, parte de Santa Apolónia rumo a Évora carregadinho de pessoas da escrita. E durante o fim de semana só se respirará literatura.
A ex-deputada da PCP liderava a direção do museu desde 2020. "Foram quase seis anos de árduo trabalho de que me orgulho", diz.
O velório do autor de “Crónica dos Bons Malandros” tem início no sábado, às 17h, na Basílica Estrela, onde é celebrada missa às 20h.
Mas há pessoas que deixam saudades para a eternidade. O António é um deles. E não há maneira de tapar este buraco que agora se abriu. O António vai ficar por aqui, pela minha memória, “até que as pedras se tornem mais leves do que água”.
Quase isolado do meio literário onde foi a grande estrela das últimas décadas, fazia vida junto do povo e dos amigos. Escreveu até ao fim, como forma de se agarrar à vida
Para além dos livros, dos extraordinários livros que deixa, e das suas crónicas, António Lobo Antunes deixa também um fogo, um estilo, uma espécie de chama contínua que queima de forma benigna as diferentes cabeças dos leitores e dos escritores.